Que grande estreia esta, a de Tomás Sousa, com o seu Mar de Rosas - uma fotonovela, editado pela Penguin. Praticamente estreante nestas lides da banda desenhada, Tomás conseguiu, desde já, conquistar pela capa e pelos desenhos e ao que parece também pela história, a qual ainda não lemos, mas sabemos ser divertida.
Ontem, ao final da tarde, a maravilhosa livraria Buchholz encheu-se de amigos, de conhecidos e de curiosos como nós, que quisemos conhecer um pouco mais este autor-revelação e desta sua obra que nos conquistou pelo visual.
Diana Garrido, editora da Penguin e Joana Afonso, conhecida autora de banda desenhada, que foi professora do Tomás, ajudaram também a contextualizar o porquê desta obra e um pouco mais sobre o seu conteúdo, recheado de surpresas e muitos pormenores. Mas foi o autor que explicou melhor que este trabalho inicialmente previsto para 100 páginas e que afinal tem quase 200, foi realizado para o seu mestrado e foi inspirado nas antigas fotonovelas. O autor quis, pessoalmente, perceber como é que a nostalgia inspirava o seu processo criativo, mesmo apesar de não ser nascido na época em que as fotonovelas atingiram o seu auge. A verdade é que parece ter funcionado e esta sua obra tem tudo para ser um sucesso, a avaliar para a primeira longa fila para autógrafos.
Aqui ficam algumas imagens que espelham bem os momentos que se viveram ontem, onde as rosas, foram também uma forte presença.








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