segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Novidade Penguin: Mar de Rosas, uma fotonovela de Tomás Sousa é apresentado amanhã em Lisboa

 


Depois de "A Paragem" (Cadernos da Tentáculo), o autor/desenhador Tomás Sousa, surge agora com uma nova história em banda desenhada, "Mar de Rosas", livro lançado hoje pela Penguin e que será apresentado amanhã pelas 18h30m na Livraria Buchholz, em Lisboa, com a presença do autor.

"Mar de Rosas" é uma história de amor proibida, com uma heroína muito boa, uma vilã muito má e uma teia de intrigas digna de novela. Uma banda desenhada inspirada nas antigas fotonovelas, onde nem os anúncios (ou reclames, como se dizia antigamente) faltam.

Sinopse:

Numa família abastada prestes a enfrentar o caos, Rosalinda fará tudo para casar com Sebastião e garantir a herança — até afastar Celeste, a jovem apaixonada por ele. Quando o patriarca morre e o casamento ameaça ruir, intrigas, chantagem e ambições desmedidas rebentam à superfície. Entre uma irmã determinada a proteger o legado, outra dividida entre o mundo e o convento, e um advogado cúmplice que acaba por recuar, a teia de Rosalinda implode. Presa e traída, jura regressar… mas até os cúmplices têm limites.





domingo, 6 de setembro de 2026

Exposição: trabalhos de Banda Desenhada de José Mendes podem ser vistos na Bedeteca dos Olivais até 22 de Outubro

 


Inaugurou a 8 de Agosto e está patente até dia 22 de Outubro uma exposição de desenhos de José Mendes, na Bedeteca dos Olivais, em Lisboa (ao lado da estação de metro Olivais).

Poderão ver nesta exposição uma amostra dos trabalhos do autor, dos últimos três anos, entre ilustrações, estudos e histórias completas, com destaque para as etapas do processo criativo, desde os esboços iniciais até às páginas coloridas.

Viagens espaciais, brinquedos que ganham vida, um lagarto corredor, um estudo sobre abóboras e uma coleção de caretas são algumas das surpresas que aguardam os visitantes.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10 às 18 horas.

BDs da estante - 702: Baby Blues - 100% Papá, de Rick Kirkman e Jerry Scott - edição Bizâncio

 


Para matarmos saudades da familia MacPherson, vamos relendo de vez em quando os álbuns de Baby Blues. Este décimo sexto volume da série traz a grande novidade de que Wanda... está grávida da terceira criança!!! 

Depois de Zoe e Hammie, a família vai aumentar de novo, o vai trazer ainda mais confusão e boa disposição a esta série.

Edição Bizâncio. 


sábado, 5 de setembro de 2026

Novidade Penguin: Não aguento, Snoopy! - é mais um livro da colecção Peanuts disponível na próxima semana

 


Não aguento, Snoopy! é um guia hilariante sobre como sobreviver às nossas próprias neuroses (e às idiotices dos outros). é mais um livro da colecção Peanuts, desta vez sem a chancela da Iguana e já com a chancela Penguin.

A sinopse:

Perder um livro da biblioteca? Para o Charlie Brown, isso não é um azar – é o início do apocalipse. Uma simples perda é o suficiente para lhe desencadear um colapso mental, repleto de pesadelos terríveis com multidões enfurecidas e a certeza absoluta de que é o rapaz mais detestado do planeta. Para piorar o cenário, as teorias absurdas e os discursos implacáveis da Lucy dão-lhe literalmente dores de barriga. Nesta viagem hilariante pela neurose e pela ansiedade do dia a dia, o Charlie Brown tenta apenas sobreviver. Felizmente, o Snoopy está lá para salvar o dia (ou pelo menos para ignorar os problemas do dono em grande estilo), provando que a melhor receita contra a loucura diária é uma boa dose de imaginação e muito sarcasmo.

Este livro reúne uma seleção de tiras publicadas entre 1955 e 1959, criadas com o humor inteligente, irónico e único de Charles M. Schulz.



Novidade Ala dos Livros: O Ciclo II de Shi, com os volumes 5 e 6 da série disponível na próxima semana

 



Mais uma novidade da Ala dos Livros que será lançada na próxima semana, com data prevista para 8 de Setembro. Trata-se do Ciclo II de Shi, como os volumes 5 e 6, obra de Zidrou e Josep Homs.

A sinopse:

Após os acontecimentos em Londres, Jay e Kita são, mais do que nunca, consideradas terroristas pela burguesia hipócrita. No entanto, graças ao grupo "Mães Furiosas", a sua luta espalhou-se como fogo em palha seca. Tanto que a marca SHI nunca esteve tão visível em Londres. No túmulo de Jay, Apolline começa a compreender a vida que a sua mãe biológica levou até então.

Uma vida de lutas e de batalhas, dedicada a uma causa.

Mas será Apolline suficientemente forte para suportar o peso do seu legado? Estará preparada para assumir o lugar dessa mãe falecida sobre quem nada sabe, excepto através de boatos populares e pedidos de resgate? Londres, 1858. Enquanto Jay aguarda o seu julgamento na prisão, após os trágicos eventos de Trafalgar Square, e tanto Kita como Sensei, com os seus demónios, lutam para recuperar dos seus ferimentos, uma nova calamidade assola a Inglaterra e a capital do Império Vitoriano. Uma onda de calor intensa seca o Tamisa, poluindo Londres e ameaçando reacender uma epidemia de cólera.

Mas isso não impede as fundadoras das "Mães Furiosas" de planearem novos ataques, de lutarem pelo fim do trabalho infantil e de procurarem a filha de Jay. Só falta a encarnação do quarto demónio para finalmente se vingarem do Império, porque, como diz a cantiga infantil: "4 é o seu número, o seu número maligno"... Desta vez, Zidrou mergulha as suas heroínas, sedentas por vingança e justiça social, no coração de um evento histórico que ressoa com particular força nos dias de hoje: "O Grande Fedor", uma catástrofe climática que desencadeou uma verdadeira revolução na saúde pública de Inglaterra.

Um ambiente crepuscular onde a arte evocativa de Homs mais uma vez opera maravilhas. “Shi” é uma das mais aclamadas séries da BD franco-belga da actualidade, uma obra fascinante que a Ala dos Livros publica em Portugal.




sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Novidade Nuvem de Letras: Os Smurfs em dose dupla com dois novos volumes

Depois do primeiro e segundo volumes terem sido publicados em 2025, a 7 de Setembro sairão mais dois volumes da colecção "Somos os Smurfs". "Sempre a prontos a ajudar!" e "Cheios de coragem!" são os dois novos títulos e tal como os anteriores, cada volume tem três histórias de banda desenhada para os mais novos. Cada um inclui uma secção final onde pais e educadores podem explorar cada tema com os mais pequenos.

Sempre prontos a ajudar! - Três aventuras em banda desenhada que exploram questões como ter medo, sentir-se trapalhão e ser um apaixonado por comida. Na aldeia dos Smurfs todos lidam com os problemas do dia a dia e envolvem-se constantemente em trapalhadas! É o Medricas, que tem demasiado medo de tudo. E o Trapalhão, que por causa da enorme falta de jeito se mete em imensos sarilhos. E o Guloso, cujo amor por comida faz com que o Gargamel capture o Grande Smurf e outros habitantes. Irão os Smurfs escapar a tanta confusão?

Cheios de coragem! - Três aventuras em banda desenhada que exploram questões como bullying, ser educado e gostar de partilhar. Na aldeia dos Smurfs é hora de celebrar ou… talvez não! O Escultor deixa toda a gente de mau humor graças ao comportamento rude e egoísta. O Engenhocas está sempre pronto para ajudar os vizinhos, mas, quando ninguém lhe devolve as ferramentas que emprestou, todas as obras param. E o Gargamel está de volta! Será que os Smurfs vão ter coragem para lidar com tudo isto?






O Fórum Fantástico de 2026 decorre de 9 a 11 de Outubro

 


De 9 a 11 de Outubro a Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras, irá acolher mais uma edição do Fórum Fantástico. O evento é organizado pela Épica e pela Associação Elemento e conta com o apoio das Bibliotecas de Lisboa e da Junta de Freguesia do Lumiar. 
O Fórum Fantástico é um festival nacional do fantástico, da literatura à banda desenhada, da ilustração ao cinema, videojogos, teatro e muito mais.

Novidades Devir: Monster 8 e Naruto 64 chegam com novos volumes a 17 de Setembro!

Alegrem-se os fãs destas séries, pois a 17 de Setembro chega o volume 8 de Monster e o volume 64 de Naruto. Os dois livros já se encontram em pré-venda no site da editora.

Quanto a Monster:  Nina, que permaneceu em Praga com o objetivo de recuperar as suas memórias de infância, recupera finalmente toda a sua memória.

e sobre Naruto: Kakashi fica perturbado ao descobrir que o suposto falecido Uchiha Obito é na verdade o homem por detrás da máscara.






quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A opinião de Miguel Cruz sobre "Brian Bones, détective privé – T. 6: Mustang", de Rodolphe e Linthout e "Dortmunder – Bank Shot ", de Wetlake, Iglesias e Headline

 


Brian Bones, détective privé – T. 6: Mustang

Várias vezes tenho pensado se Brian Bones não será para mim, no universo BD, uma espécie de “Guilty Pleasure”. Se calhar a série não merece o destaque, é “muito carros”, vrruuum, vruumm, um humor detectivesco muito cínico e razoavelmente negro. Mas o que é certo é que cada tomo que leio me agrada e diverte. Sou fâ de ambos os autores desde há muitos anos. Desde que Rodolphe escreveu Trent ou Les Écluses du Ciel; desde que Georges Van Linthout desenhou Twins ou Lou Smog.

O sexto volume de Brian Bones, editado pela Paquet reforça a identidade da série, como seria de esperar para quem conhece a linha editorial: um policial leve, descontraído e profundamente marcado pela cultura automóvel clássica. Desta vez, Brian Bones sonha com um Ford Mustang à venda por apenas 1500 dólares, um preço irresistível, mas totalmente fora do seu alcance. A oportunidade surge quando a antiga proprietária do carro é suspeita de rapto de uma criança, e Bones, acompanhado do inseparável Jo, se vê envolvido numa investigação que rapidamente ultrapassa o simples fascínio mecânico. O Mustang torna se assim o centro narrativo de uma história que mistura humor, nostalgia, estrada e um caso humano que exige sensibilidade.

Rodolphe constrói uma intriga simples, mas eficaz, fiel ao tom da série: diálogos leves, ritmo fluido, personagens simpáticas e uma narrativa que nunca pretende reinventar o policial, mas sim oferecer uma leitura agradável e acessível. A história é contada com mão de mestre, mesmo não sendo surpreendente.

O desenho de Georges Van Linthout é outro dos pilares do álbum. Van Linthout traz para Mustang o seu traço realista, claro e narrativo, que privilegia a legibilidade e a atmosfera. O Ford Mustang, como todos os clássicos em todos os tomos, é representada com rigor documental e carinho pelo detalhe: linhas, cromados, interiores tudo tratado com precisão que agradará aos amantes de carros clássicos. As personagens são expressivas, com humor subtil e gestualidade natural, e os ambientes retro oficinas, estradas, bares, garagens recriam uma América estilizada, nostálgica, mas credível. A cor de Stibane, luminosa e quente, reforça o tom bem-disposto e descontraído da série.

Ok, “guilty pleasure”! Ainda hoje creio que tenho um corgi-toys Mustang, branco, estofos castanhos, que levantava o capot e permitia ver o motor. Enfin…





Dortmunder – Bank Shot 

Com desenho de Jesús Alonso Iglesias (o mesmo de “O Fantasma de Gaudi” – Levoir, 2018 e de “Judee Sill” de que aqui falei – Dupuis, 2023), e o texto de Doug Headline, Dortmunder é mais uma adaptação para BD de um thriller noir de Donald Westlake (tal como “Parker” – sim Westlake e Richard Stark são (desculpem, eram) a mesma pessoa).

O protagonista, John Dortmunder, ladrão profissional, mas particularmente azarado, recebe de Kelp um plano aparentemente infalível (eh eh eh!): roubar um banco que, por motivos logísticos, foi temporariamente instalada numa “casa móvel”. A ideia é simples (novamente eh eh eh!) neutralizar os seguranças, pôr a “banca sobre rodas” e desaparecer com o dinheiro. Estamos na década de 70, e estes planos ainda faziam algum sentido.

Naturalmente, nada corre como previsto. A narrativa transforma o golpe perfeito numa sucessão de contratempos, equívocos e improvisações, mantendo o leitor num equilíbrio delicioso entre o suspense e o riso, de tanta estupidez ou como antigamente eu ouvia muito, quando era jovem, e fora de Lisboa: “tendência asinina”. 

A BD é propositadamente retro, e esta é a sua aposta, para além de uma história absurda, divertida e povoada de gente incompetente (mas empenhada!). 

O desenhador simplifica o desenho, apresenta-o nervoso e ágil, com linhas limpas, enquadramentos clássicos e uma paleta de cores pop que reforça o ambiente retro. O desenho não procura ser puramente realista, tal como o texto privilegia a comédia das situações: privilegia a expressividade, o ritmo e a legibilidade, criando um universo visual que combina policial, comédia e nostalgia.

A arte serve sobretudo a narrativa fluida, clara, com boa gestão de espaços e uma mise en scène que valoriza tanto os momentos de tensão como os de humor, bem como as interações entre as personagens, que funcionam muito bem. É um álbum que se lê com claro prazer visual.

Dortmunder – Bank Shot é uma boa adaptação, divertida e visualmente coerente de um clássico de Donald Westlake. O humor, a ironia e o sabor dos anos 1970 estão bem presentes, sustentados por um desenho retro que reforça a identidade da obra. Esta BD editada pela Dupuis não pode ser apresentada como revolucionária ou particularmente inovadora, mas também não o pretende ser e cumpre plenamente o que promete entregar: um polar burlesco, leve, eficaz e com personagens irresistivelmente azaradas.


A nossa leitura do primeiro volume de "Diários de uma Apotecária" - edição Presença Comics

 


Não conhecíamos esta série de anime, pelo que o nosso primeiro contacto com Diários de uma Apotecária foi através da edição do primeiro volume, pela Presença Comics. Já saíram entretanto os volumes dois e três, mas por agora vamos apenas falar no volume inaugural.

Para já podemos dizer que nos agradou e que vamos continuar a seguir esta série. Claro está que o primeiro volume ainda soube a pouco, tendo em conta que se trata ainda de uma introdução ao universo e à protagonista, sendo-nos mostrado o cenário e pequenos mistérios, permitindo-nos perceber progressivamente como Maomao (a protagonista) pensa e como funciona a corte no palácio imperial.

A história leva-nos ao coração do palácio imperial, onde intrigas políticas e segredos mortais se cruzam. Maomao, uma jovem apotecária especialista em ervas, venenos e medicina, é forçada a servir como criada na corte e quer permanecer sem dar nas vistas. Porém, o destino troca-lhe as voltas e acaba por se ver no centro de uma investigação.

Tudo começa quando Maomao percebe que os filhos do imperador estão misteriosamente doentes e  utiliza os seus conhecimentos para descobrir a causa. A sua intervenção chama a atenção de Jinshi e acaba por levá-la a uma posição mais próxima das intrigas da corte.

Maomao é uma personagem muito interessante e que cativa o leitor porque se destaca pelo raciocínio lógico, curiosidade e conhecimento de venenos e medicamentos. É também uma rapariga pragmática e que, ao contrário de outras jovens mulheres, enfrenta sem problemas situações que normalmente provocariam medo ou repulsa.  Tudo isto acontece num ambiente luxuoso, mas marcado por hierarquias rígidas, intrigas, competição e perigo. 

Neste primeiro volume a relação entre Maomao e Jinshi ainda está pouco definida. São duas personagens muito diferentes e os seus primeiros contactos são ainda muito tensos, mas ao mesmo tempo com algum humor. Jinshi percebe a jovem Maomao possui capacidades muito superiores às que aparenta, e ela não cede nem ao charme nem ao estatuto do homem que goza de uma certa importância e destaque no Palácio.

Como referimos acima, vamos querer continuar a seguir esta série e ver como evoluem as relações entre Maomao e Jinshi e também entre a protagonista e as mulheres do Imperador.




Novidade Ala dos Livros: Blast - a segunda e última parte da obra magistral de Manu Larcenet está para breve!

 


Com data de publicação prevista para 8 de Setembro, está aí o segundo volume integral (e último) de Blast, editado pela Ala dos Livros e obra maior de Manu Larcenet.

Sinopse: 

Polza Mancini, ainda sob custódia policial após a morte de uma jovem, relata as suas memórias na busca desesperada pelo Blast, "a explosão" aqueles momentos mágicos que o transportam para outro lugar, bem como as suas estadias em hospitais psiquiátricos, os seus terrores e pesadelos...

O segundo e último volume integral daquela que é por muitos considerada como a obra-prima de Manu Larcenet, uma obra artística exemplar, Blast, não deixará ninguém indiferente.

Primeiro, pela sua forma: quatro álbuns publicados em Portugal em dois volumes integrais densos, sombrios e trágicos, repletos de humanidade transbordante e selvajaria fascinante. Depois, pelas suas qualidades gráficas e narrativas excepcionais que o tornam uma rara preciosidade editorial.

Este segundo integral encerra, com rara mestria no argumento, a viagem de um homem cativante.

Uma conclusão contundente que deixa o leitor sem palavras. BLAST, a obra mais pessoal e que muitos consideram a obra maior de Manu Larcenet - (“O Relatório de Brodeck”, “A Estrada”…) é uma história grandiosa, sombria e dura, carregada de um humanismo comovente.



quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Novidade Devir: Já está disponível o sexto volume de "Boa noite, Punpun"

 


O sexto volume da série de mangá "Boa noite, Punpun", já saiu, para felicidade dos fãs desta série. A autoria é de Inio Asano e a edição da Devir.

Sinopse:

Aiko e Punpun estão finalmente juntos.
Os dois viajam em direção à terra prometida na infância, mas algo de terrível do seu passado é revelado. Juntos terão que superar o que aconteceu, mas será que conseguem?
Punpun, e se não houver nada a fazer?





Novidade Casterman: Flocons - um livro intimista e comovente sobre o luto e o amor no seio de uma família

 


Flocons é uma das novidades da Casterman nesta rentrée. É da autoria de Marc Lizano de Silki. Trata-se de uma história familiar intimista, sobre o luto e o amor que une os membros de uma família.

A sinopse:

Sabendo que está condenado, um homem decide escolher o dia e as circunstâncias de sua morte. A sua esposa opta por acompanhá-lo. Eles irão adormecer ao frio e na neve, abraçados uma última vez no meio dos Pirineus. Quando os corpos são encontrados, os filhos — um irmão e uma irmã — juntos, iniciam uma jornada que marcará o começo de seu luto, entremeada por lembranças felizes em flashback que permitirão aos leitores compreender quem eram os falecidos...

"Flocons" é um relato familiar intimista que fala da morte, mas sobretudo do amor que atravessa a vida dos pais e dos filhos. Um melodrama tecido como um bordado delicado pelo argumentista Marc Lizano e ilustrado com sensibilidade pela desenhadora coreana, Silki.