terça-feira, 26 de maio de 2026

Os excelentes Autógrafos no MAIA BD 2026

Não podíamos deixar de vos mostrar, para apreciarem alguns dos excelentes autógrafos que conseguimos neste fim de semana do Festival MAIA BD.

Agradecemos aos vários autores pela simpatia e generosidade dos autógrafos com que nos brindaram! 

Alguns são mesmo TOP!!!

Por ordem: Dawid (duas imagens), Didier Poli, Frédéric Brémaud, Julia Bernhard e Julia Korbik, Nuno Saraiva e Shaghayegh Moazzami








Novidades: Leya irá lançar duas novelas gráficas na Feira do Livro de Lisboa

Vão sair ambas no dia 9 de Junho e têm eventos de lançamento na Feira do Livro de Lisboa. Claro está que iremos falar sobre cada uma destas novelas gráficas com maior detalhe, mas para já ficam as capas de "Caderno de Memórias Coloniais", de Isabela Figueiredo e Júlia Barata (Caminho) e Pátria de Fernando Aramburu e Toni Fejzula (ASA).



Festival Maia BD: À quarta foi de vez!





A 4.ª edição do Maia BD aconteceu este fim de semana. Nunca se tinha proporcionado, mas desta vez conseguimos não falhar ao Festival Maia BD. Fomos apenas a um dos dias, mas valeu bem a pena! Deu tempo para muita coisa. Ora vejam:

- Visitámos todas as exposições e todas elas extraordinárias. O espaço expositivo é excelente e amplo e as exposições muito bem organizadas e identificadas; assistimos a parte de uma visita guiada à exposição "O Deserto dos Tártaros", de Pasquale Frisenda, com o próprio autor, que com muita pena nossa, não conseguimos o seu autógrafo. Ainda relativamente às exposições, destacamos a de "Terrea", de Ricardo Cabral, a exposição de homenagem a Hermann, com originais, a exposição "Vozes do Irão: Desenhar pela Liberdade" e a exposição "Fantagraphics meio século a publicar disrupção";

- O Festival conta com dois auditórios e ainda um pequeno palco com uma pequena plateia no exterior. No auditório mais pequeno do interior participámos na apresentação da série Elric, da Arte de Autor, com os autores Julien Blondel e Didier Poli e assistimos ao painel com Dawid e o seu editor Luís Saraiva (ASA);

- Quanto aos autógrafos, estavam muitos e bons autores, nacionais (como Nuno Saraiva, na foto) e internacionais (nas imagens estão connosco Dawid e Julien Blondel  e Didier Poli) e as filas eram gigantes, mas com um sistema de senhas bem organizado. Tivemos a felicidade de conseguir vários autógrafos que mais tarde vos mostraremos e outros que não foi possível, como o Pasquale Frisenda e a super concorrida dupla: Filipe Andrade e Ram V.

- A área das editoras (Feira do Livro) e dos artistas, localizada no exterior, funciona bem e tem um visual cuidado e com boa sinalética;

- A programação era muito diversificada e não tivemos tempo de ver tudo, mas não faltou a área de jogos e os seus adeptos e a mesma coisa com o Cosplay. Houve espectáculos de dança e de Taiko (e este ainda vimos um pedaço)

- Uma palavra também para a comunicação do evento. Cinco estrelas. Das redes sociais, passando pela sinalética no local, excelente visual de cartaz e grafismo e até à programação nos ecrãs junto aos auditórios, tudo com muita qualidade e profissionalismo.

Resumindo, foi uma experiência muito positiva, deixou vontade de voltar a este festival que teve um conjunto extraordinário de autores presentes, os eventos da programação sempre pontuais, voluntários simpáticos e disponíveis, localização excelente e com boas condições.









segunda-feira, 25 de maio de 2026

Novidade: "Porto" encerra a trilogia "CoBrA: Operação Conacri", uma série editada pela Ala dos Livros


Com argumento de Marco Calhorda e desenhos de Paulo Montes, “CoBrA: Porto” encerra a trilogia do CoBrA, da série de ficção histórica publicada pela Ala dos Livros. Sai em Junho.

“CoBrA: Operação Goa” e “CoBrA: Operação Conacri” foram, entre outros, nomeados para Melhor Obra de BD de Autor Português no Prémio de BD da Amadora 2022, Melhor Ilustração em Obra Nacional no 4º Prémio Bandas Desenhadas 2022 e Melhor Argumento de Autor Português dos Vinhetas D’Ouro 2022.

A sinopse:

Mais de uma década depois do assalto a Conacri, no início dos anos 1980, uma onda de acções terroristas varre o nosso país, fundamentadas por uma luta ideológica pelo poder que levou ao surgimento de organizações revolucionárias saídas das forças militares em convulsão.

Com o fim do regime, da guerra colonial e a morte de Jorge Jardim em 1982, no Gabão, Afonso Costa e Ivone Reis, elementos essenciais na história do CoBrA e ainda no activo, envolvem-se nas investigações que a Polícia Judiciária leva a cabo para desmantelar as Forças Populares 25 de Abril (FP-25). Enquanto procuram o seu lugar num mundo em rápida mudança, este será um brutal acto de vingança; o derradeiro acerto de contas com a memória.

Tendo por contexto os anos mais activos das FP-25, entidade responsável por mais de 20 mortos e dezenas de feridos, o maior número de vítimas mortais entre todas as organizações terroristas em Portugal, “CoBrA: Porto” é uma obra de ficção, baseada em eventos históricos, que enquadra a acção das FP-25 no período pós-revolução de Abril de 1974.





As cinco sardinhas vencedoras de 2026

 


Foram já anunciadas as cinco sardinhas vencedoras, da 16.ª edição do concurso promovido, pela altura das Festas de Lisboa, pela EGEAC – Lisboa Cultura. O mote lançado foi “Qual é a tua história?” e foram recebidas 3.128 propostas de 66 países, entre Moçambique, Dinamarca, Indonésia, Canadá, Chile e Austrália. 

O património cultural, o Fado, os sabores típicos, o “tomatazo” e o bairrismo português são as histórias contadas nas cinco sardinhas premiadas, três portuguesas e duas vindas do Brasil e do Uruguai, de autores com idades compreendidas entre os 21 e os 72 anos.

Tomatazo - de Hogue (Uruguai)

Bolo de Arroz - de Eduardo Ferrão (Brasil)

Sardinha guitarrista - de Helder Teixeira Peleja (Portugal)

O telefone das cuscuvilheiras - de Letícia Amaral de Araújo (Brasil)

Património Fragmentado - de Martin Narciso (Portugal)







Novidade DEVIR: volume três da série Something is Killing the Children está disponível a 29 de Maio

 



Something is Killing the Children é uma série a que damos atenção aqui no Juvebêdê e que vê editado no próximo dia 29 de Maio o volume três.

Esta série premiada editada pela DEVIR e da autoria de James Tynion IV, Werther Dell’Edera e Miquel Muerto, já conquistou uma legião de fans pelo mundo e tendo mais de 4,5 milhões de exemplares vendidos globalmente, traduções em mais de dez idiomas e uma adaptação televisiva em desenvolvimento.

Assim, Something Is Killing the Children tornou-se um fenómeno internacional.

Por todas estas razões é um livro a não perder!

A história

As coisas em Archer’s Peak estão cada vez pior. Erica Slaughter procura o assassino, mas crianças continuam a morrer. Irritados e com medo, os habitantes voltam as suas suspeitas para a estranha que está entre eles, a mulher que chegou quando os assassinatos começaram. Conseguirá Erica salvar a cidade, ou será que as mesmas pessoas que ela está a tentar proteger se voltam contra ela?

domingo, 24 de maio de 2026

Novidade: O sexto volume da série "O Verão em Que Hikaru Morreu" já está em pré-venda


Já está em pré-venda (envios a partir de 3 de Junho) o sexto volume da série de manga "O Verão em que Hikaru Morreu", de Mokumokuren, editada em Portugal pela Presença Comics.

A sinopose:

Entre o real e o desconhecido. Há laços que não se explicam. Até onde se arrisca a ir pela verdade?

Yoshiki e Hikaru cresceram juntos numa pequena aldeia, inseparáveis desde a infância. Mas quando algo tomou o lugar de Hikaru, o Yoshiki escolheu permanecer ao lado dessa entidade, mesmo sabendo que este já não era o seu amigo. O aparecimento de Tanaka traz finalmente pistas sobre a verdadeira natureza de «Hikaru» e sobre a ameaça que se aproxima. Confrontados com a verdade, Yoshiki e a entidade veem-se obrigados a encarar os sentimentos que os ligam e também aquilo que os separa. Enquanto isso, o misterioso «buraco» que liga este mundo a outro continua a expandir-se, tornando o perigo cada vez mais real. Determinados a descobrir a sua origem, partem para Ashidori, onde novas respostas os aguardam.

BDs da estante - 687: Marsupilami vol. 3 - O Marsupilami Negro, de Yann e Batem - edição ASA

 


Um cargueiro de passagem pela costa da Palômbia está transformado numa verdadeira Arca de Noé: transporta um circo com os seus muitos animais, um dos quais um marsupilami negro. Assim que surge uma oportunidade, o seu treinador evade-se com o divertido animal, entrando na aparentemente inexpugnável floresta palombiana. Mas acabarão por descobrir que uma terrível ameaça paira sobre tão vasta área selvagem: a construção da estrada transpalombiana. Nada como uma intervenção do marsupilami negro que vai mostrar a quem é que pertence a floresta, causando o caos na obra. Pelo meio, vai encontrar os da sua espécie, depois do cativeiro que viveu no circo.


sábado, 23 de maio de 2026

A opinião de Miguel Cruz sobre "Un Espoir Sans Papiers", de Chabbert e Espé

 


Un Espoir Sans Papiers

A “esperança sem documentos” é um jovem sobrevivente de um barco de migrantes que se virou quase a chegar à costa de França, perto da pequena ilha de Aix. Ahmed é um jovem simpático, trabalhador, virado para o futuro, que se vai esconder numa cabana nos terrenos de Sidonie (Delahaute), uma idosa solitária que vive na esperança do retorno do seu filho Daniel.

Confundindo (por vezes) Ahmed com o seu filho Daniel, desaparecido quando igualmente jovem, Sidonie vai dar guarida ao jovem, vai-se apoiar nele e vai dar os primeiros passos na adaptação do jovem a França. 

Mesmo depois de ter sido “capturado” pela polícia e inserido num processo de inserção e legalização, Ahmed não se esquece da velha senhora que o acolheu, nem das suas “dores”. Jovem adaptado, trabalhador e não problemático, Ahmed não deixa de se desviar das regras e percursos traçados para poder estar com Sidonie.

Uma história muito simples, retrato de uma época, das dificuldades do processo migratório e da inserção na sociedade francesa, mas principalmente um relato humanista da relação entre um jovem perdido e desamparado e uma idosa solitária, doente e, particularmente, traumatizada pelo seu passado.

Da autoria de Ingrid Chabbert e com desenhos de Espé, esta é uma história curiosa, não convencional, com toques de “feel good”, um desenho semi-realista, redondinho, cores sempre escuras, alinhadas com o clima e com o teor da narrativa, com personagens bem marcantes, essencialmente pela sua bondade e humanismo, e que constitui um excelente momento de leitura, mesmo se “as chatices” e as “incertezas de futuro” são deixadas um pouco de lado.

Editado pela Dupuis, uma BD um pouco fora do que vem sendo o mainstream.




Novidade Arte de Autor: o quarto volume da série Elric, vai ser lançado hoje, no Festival Maia BD

 


O quarto volume de Elric, como o título "A cidade que sonha", encerra o primeiro ciclo da série e será lançado e apresentado hoje, no Festival Maia BD e o Juvebêdê vai ter o prazer de estar à conversa com dois dos autores presentes: Julien Blondel e Didier Poli (desenhador que participou nos dois primeiros volumes).

A sinopse:

Ninguém escapa ao seu destino.

Perturbado pelas últimas palavras do Imperador Saxif de Aan, Elric parte em busca das ruínas de R'lin K'ren A'a, a cidade original dos Melnibonéanos, onde espera encontrar provas de que seus ancestrais eram puros antes de serem corrompidos pelo Caos. Lá, Arioch confirma as premonições do imperador caído, e suas revelações obrigam Elric a abraçar o seu destino, como profetizado por Straasha, Senhor dos Oceanos: Melniboné deve ser destruído por suas próprias mãos. A Ilha dos Dragões guarda em si a fonte de um mal que precisa ser aniquilado. Mas no coração de Imrryr, sua capital, Elric também precisa encontrar Cymoril, sua amada, que não o perdoou por fugir... O primeiro ciclo da fabulosa saga de Elric, com o icônico personagem da literatura fantástica, chega ao fim com o quarto volume desta adaptação, aclamada por leitores e críticos. 




sexta-feira, 22 de maio de 2026

Novidades: Arte de Autor apresenta mais três grandes novidades para os próximos dias

Muito diferentes mas todas elas igualmente prometedoras. São três as novidades anunciadas pela Arte de Autor, que estão a chegar:

As linhas que traçam o meu corpo, de Mansoureh Kamari - disponível para a Feira do Livro de Lisboa;

A Raposa Malvada, de Benjamin Renner, um livro bem disposto que ganhou um prémio em Angoulême - disponível no Festival Maia BD este fim de semana;

 e

O quarto volume da série Elric, com o título "A cidade que sonha", de Julien Blondel, Jean-Luc Cano e Julien Telo - disponível no Festival Maia BD este fim de semana. 

Iremos falar por estes dias, com maior detalhe, sobre cada uma destas novidades.






Inaugura hoje a edição de 2026 do Festival Maia BD - vejam aqui a programação e autores presentes

 


O Maia BD inaugura hoje e estará aberto ao público até domingo. São muitos os autores presentes nesta edição do Festival, com muitos nomes internacionais. Amanhã estaremos por lá e daremos nota da nossa experiência, mas deixamos aqui os autores, horários das sessões de autógrafos e programa.

Também uma palavra para as exposições, as quais ficarão disponíveis para serem visitadas até dia 13 de Julho.