segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Novidade Gradiva: edição especial de Terra dos Homens, de Saint-Exupéry, ilustrada por Riad Sattouf

 


Não se trata de um livro de banda desenhada, mas de um livro ilustrado. A Gradiva prepara-se para lançar, a 22 de Setembro, uma edição especial da obra "Terra dos Homens", de Antoine de Saint-Exupéry, ilustrada por Riad Sattouf, que já conhecemos da obra autobiográfica "O Árabe do Futuro".

Terra dos Homens é um clássico intemporal da literatura e uma das obras mais marcantes do autor de O Principezinho.

O livro é uma reflexão inspiradora sobre solidariedade, responsabilidade e o sentido da vida, numa celebração da coragem, da amizade e da condição humana. 

Esta é uma edição de elevado valor colecionável pela combinação de um texto incontornável com um projeto gráfico de excelência, com ilustrações inéditas.

Durante o período pré-venda, a editora oferece uma edição do Principezinho (limitada ao stock existente).




Conversas: A 2.ª edição do JARDIM AOS QUADRADINHOS tem como convidado João Mascarenhas


No próximo sábado, 19 de Setembro, a Biblioteca Municipal Ary dos Santos (Sacavém) acolhe a segunda edição do JARDIM AOS QUADRADINHOS – Conversas Apalavradas e Desenhadas em Torno da BD.

O convidado deste ano é João Mascarenhas. Às 15h será inaugurada a exposição “O Menino Triste: D’Après… e se o Menino Triste fosse desenhado por...”, reunindo trabalhos dos últimos 25 anos que são, simultaneamente, uma homenagem à sua personagem icónica, O Menino Triste, e a alguns dos maiores desenhadores da Nona Arte. A exposição ficará aberta ao público até dia 19 de Outubro.

Depois disso o autor estará à conversa com João Morales, abordando a diversidade dos seus álbuns e a unidade que ocultam, fruto da personalidade de quem os concebeu.

A tarde encerra com uma prancha feita ao vivo, em tempo, real, a partir de escolhas do público. 



Novidade Ala dos Livros: "O Demónio dos Grandes Lagos" encerra o excelente primeiro ciclo da série "A Sombra das Luzes"

 


Com o terceiro volume de "A Sombra das Luzes" (Ala dos Livros), o primeiro ciclo das aventuras epistolares do malvado Chevalier de Saint-Sauveur chega ao fim. No coração da América do século XVIII, Ayroles e Guérineau conduzem-nos por uma história de romance, intriga e grandes aventuras.

É pois, uma das séries que é obrigatória, desta dupla de autores!

Esperamos em breve ter o livro para dar a nossa opinião e finalizar este ciclo.

Sinopse:

Nas florestas americanas, a guerra aproxima-se. O Chevalier de Saint-Sauveur não se importa. A sua única preocupação é o sucesso da sua aposta: a inocente Aimée d'Archambaud deve casar-se com um iroquês!

Para alcançar esse objectivo, o infame libertino está preparado para recorrer aos planos mais ardilosos. Golpes de machado e réplicas mordazes ecoarão no silêncio da floresta! 




domingo, 13 de setembro de 2026

Novidade Booksmile: The Kiss Bet - Aposta no Amor, é o primeiro volume de uma série de sucesso no Webtoon


A série de sucesso do WEBTOON, The Kiss Bet, da autoria de Ingrid Ochoa, combina romance, humor e emoção numa novela gráfica irresistível, perfeita para leitores jovens que procuram histórias românticas, atuais e muito divertidas. Este primeiro volume tem como título "Aposta no Amor" e a edição é da Booksmile.

The Kiss Bet é um fenómeno internacional com mais de 160 milhões de leitores no WEBTOON, uma das maiores plataformas mundiais de webcomics. Agora em livro, para todos os fãs de comédias românticas, divertidas e muito apaixonantes.

Sinopse:

Sara Lin está prestes a terminar o secundário e continua sem ter dado o primeiro beijo, coisa que o seu melhor amigo, Patrick, faz questão de lhe lembrar a todo o instante.

Quando aceita uma aposta aparentemente inofensiva e pede um beijo a um desconhecido no metro, protagoniza um dos momentos mais embaraçosos da sua vida. Convencida de que nunca mais voltará a vê-lo, fica em choque ao descobrir que o misterioso rapaz vive no prédio em frente ao seu e, pouco depois, se torna também o seu novo explicador de Matemática.

Ao mesmo tempo, Sara conhece Joe, um novo colega de turma simpático, confiante e encantador, por quem desenvolve imediatamente uma paixão. Determinada a aproximar-se dele, candidata-se ao jornal da escola, mas os seus planos são constantemente sabotados pela timidez, pelas apostas de Patrick e pelos sucessivos encontros inesperados com Oliver, o rapaz do metro.

Entre sessões de estudo, amizades, rivalidades, primeiros amores, mal-entendidos e muitas gargalhadas, Sara vai perceber que crescer implica enfrentar os próprios medos e aceitar que nem tudo corre como imaginamos.





BDs da estante - 703: Rantanplan - A Mascote, de Morris, Jean Léturgie, Xavier Fauche - edição ASA

 

Perante o desaparecimento Fifi VI, a inteligente mascote que trazia sorte ao regimento de cavalaria, havia que encontrar rapidamente um substituto. Depois de aturadas considerações, Rantanplan é escolhido para o lugar vago. O que os responsáveis pelo regimento não sabiam, é que tinham acabado de escolher, o único cão em todo o Oeste, que consegue ser mais estúpido que a sua própria sombra.


sábado, 12 de setembro de 2026

O 4.º encontro do Clube de BD da FNAC é já amanhã e a conversa será sobre livros de dois autores portugueses!

 


Se são leitores habituais de banda desenhada, se não são mas não sabem por onde começar ou se apenas quiserem fugir ao calor a passar um bom pedaço da tarde deste domingo, apareçam amanhã no 4.º encontro do Clube de BD da Fnac, pelas 14h30, na Fnac do Colombo.

O Clube é dinamizado pela Alexandra Sousa, da equipa do “Juvebêdê” e pelo João Oliveira do podcast “Livrólicos Anónimos” e do Instagram “Na Cama com os Livros”.

Para este encontro ambos escolheram livros de autores portugueses: 7 Senhoras, de Margarida Madeira (Ala dos Livros) e O Atendimento Geral, de Paulo Jorge Mendes (Escorpião Azul).

Todos são bem vindos a este encontro! Apareçam!

Novidade Ala dos Livros: A obra premiada em Angoulême "O Acidente de Caça" será lançada este mês


Mais uma bela aposta da Ala dos Livros, este "O Acidente de Caça", de David L. Carlson e Landis Blair. Esta obra foi vencedora dos prémios Fauve d'Or no Festival Internacional de Angoulême (2021), Quai des Bulles (2020) e Elle Readers' Grand Prix des Lectrices (2021) na categoria de não-ficção/documentário.

Trata-se de uma história real de crime e poesia, numa viagem pela procura de conhecimento, na filosofia e na beleza das palavras. Uma ode à redenção e à capacidade libertadora da literatura. A data da publicação da sua versão portuguesa está prevista para 22 de Setembro.

Sinopse:

Foi um acidente de caça. Foi assim que o seu pai, Matt Rizzo um intelectual gentil que escreve poemas épicos em Braille perdeu a visão. Disso Charlie tem a certeza.

É apenas na conturbada adolescência que Charlie, quando enfrenta uma pena de prisão pelos seus pequenos crimes, descobre a verdade. Matt Rizzo ficou cego por um tiro de caçadeira na cara. Não num acidente de caça, mas enquanto participava num assalto à mão armada. Cego e sem esperança, Matt começou a sua nova vida sombria na prisão de Stateville.

Mas neste lugar improvável, a vida e a alma de Matt foram salvas por um dos mais notórios assassinos dos Estados Unidos: Nathan Leopold Jr., da infame dupla Leopold e Loeb. De David Carlson e Landis Blair, chega-nos a inacreditável história verídica de um pai, um filho e uma viagem notável do desespero à iluminação.



sexta-feira, 11 de setembro de 2026

A nossa leitura de "Caderno de Memórias Coloniais", de Isabel Figueiredo e Júlia Barata - edição Editorial Caminho

Não tínhamos lido a obra original, mas já tínhamos lido outros títulos da Isabela Figueiredo e sabemos que é uma autora que não põe paninhos quentes na sua escrita, ou seja, a sua escrita é muito crua, chamando as coisas pelos nomes e sem poupar o leitor quando as situações não são serenas. E é isso que sentimos também aqui neste Caderno de Memórias Coloniais, ainda que aqui a história pareça um pouco mais suave devido ao desenho.

E começamos por aí. O desenho, um pouco infantilizado/naïf, ainda que não seja bem o estilo que mais gostamos, é um excelente contrapeso, que neutraliza um pouco o facto da história tocar com o dedo na ferida e trazer a lume memórias de uma sociedade profundamente racista e desigual. No entanto, não deixa de ser uma reflexão sobre a memória colonial portuguesa e um bom ponto de partida para quem pretenda ter contacto com o tema.

Esta novela gráfica surge 10 anos após a sua publicação original, também pela Caminho. A história é contada na primeira pessoa, onde Isabela expõe a sua experiência no que diz respeito ao colonialismo português em Moçambique. O que nos é dado a ver é através do olhar da Isabela ainda na infância. Apesar de ainda criança, a autora tinha já uma percepção e uma opinião sobre o colonialismo e o racismo. A sua experiência também é pautada pelo relacionamento com pai, nem sempre fácil pela divergência de pontos de vista, por atitudes racistas que faziam parte do dia-a-dia, pela desigualdade a que assistia.

É importante referir que esta edição não é apenas uma versão ilustrada, uma vez que a autora, revisitou o seu próprio texto ao mesmo tempo que Júlia Barata transformou as memórias em imagens. A colaboração autora e ilustradora é significativa, tendo em conta que ambas têm uma relação biográfica com Moçambique. 

Aproveitamos para informar que este mês haverá várias apresentações do livro, em vários pontos do país e que contam com a presença das duas autoras. (consultar imagem final). De realçar que este sábado, 12 de Setembro, pelas 16 horas, na Tinta dos Nervos, será também inaugurada uma exposição com desenhos originais do livro. 





Novidade: O terceiro volume de "Congo", dos irmãos Gandum, chega finalmente em Outubro!


Vem aí o terceiro volume de Congo, obra criada pela dupla de autores e irmãos, Duarte e Henrique Gandum. A obra tem edição prevista para o mês de Outubro.

A sinopse:

Congo, 1880. Meses após os acontecimentos que levaram ao desaparecimento de Afonso Ferreira, os portugueses sobreviventes refugiam-se numa aldeia congolesa.

À sua volta, as operações lideradas pelo coronel belga Jacques De Vries e pelo major britânico Edward Jackson expandem-se, fortalecidas à custa de um povo submetido ao terror e à escravidão.

Durante a construção de uma linha férrea, foi libertado um vasto ecossistema de criaturas primitivas, que agora se espalham pela floresta africana desconhecida.“

Novidade ASA: o tão esperado segundo volume integral das Aventuras de Tintin já chegou às livrarias!

 


Esta novidade já está disponível nas livrarias ou seja o volume dois da colecção de  integrais da série Tintin, editado pela ASA. 

Este integral contém os álbuns do quatro ao sete da autoria de Hergé, com os seguintes títulos: Os Charutos do Faraó (1934) O Lótus Azul (1936) A Orelha Quebrada (1937) e A Ilha Negra (1938).

Aqui ficam duas páginas para relembrar esta universal série que foi e continua a ser Tintin!



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

A opinião de Miguel Cruz sobre "La langue des vipères", de Brocal e "Le Roy des Ribauds - T. 5: Livre V", de Brugeas, Toulhoat e Blanchard


La langue des vipères

A protagonista, Iodis, é filha ilegítima de um alto dignitário religioso e cresceu na abadia de Réol, onde alguns jovens de nobres origens estudam uma forma de magia chamada a “Língua” um poder que permite a quem o possui responder a perguntas através de visões. Iodis aspira a escapar à vida monástica através de uma carreira de tipo académico, mas vê o seu planeamento, dependente do seu estatuto de excelente aluna, ameaçado pela chegada de Halcyon de Monterréol, uma jovem brilhante, misteriosa e aparentemente perfeita.

A tensão entre as duas intensifica se quando um precioso quadro desaparece, juntamente com o monge que o pintava, deixando sinais de violência. Iodis convence se de que Halcyon esconde um segredo capaz de comprometer toda a abadia. A narrativa mistura intriga, rivalidade, investigação e fantasia, num ambiente claustrofóbico onde o poder espiritual e o poder social se entrelaçam.
Uma obra de Juliette Brocal, que se encarrega do argumento do desenho e da cor, que me foi aconselhada por amigos, uma vez que eu não me senti inicialmente atraído nem pelo tema, nem pelo desenho, nem, confesso, pelas mais de 200 páginas.

O que é certo é que a autora constrói um universo que combina elementos medievais, religiosos e fantásticos com grande consistência. O traço é limpo, expressivo e elegante, com personagens de silhuetas marcadas e ambientes detalhados sem excessos ornamentais. As cores são fundamentais: tons ocres, azuis profundos e vermelhos litúrgicos criam uma atmosfera de mistério, espiritualidade e tensão. A paleta reforça a dualidade entre o sagrado e o inquietante, entre a ordem monástica e os segredos que a corroem.

A abadia é representada como um espaço vivo, com claustros, bibliotecas, salas de estudo e corredores que parecem esconder histórias. A composição das pranchas é clara, fluida, favorecendo a leitura e a progressão narrativa.

Não é muito o meu estilo de desenho, traços finos, retratando apenas o essencial, com foco nos contornos, mas se estranhei no início, a obra acabou por se entranhar.  Não é uma fantasia épica, mas sim uma obra de intriga e rivalidade, com uma atmosfera que prende o leitor. 

Da autoria de Juliette Brocal e editado pela Rue de Sèvres em Abril de 2026.





Le Roy des Ribauds - T. 5: Livre V

Uma abordagem completa a esta série não cabe aqui com facilidade. Vamos tentar o melhor possível. De Vincent Brugeas (argumento), Ronan Toulhoat (desenho e cores) e Anaïs Blanchard (cores), editado pela Akileos, temos:

T1: Somos introduzidos a um universo medieval onde o rei governa Paris através de uma rede clandestina de homens das sombras: os Ribauds — rufiões, patifes, canalhas ao serviço do poder. O protagonista, conhecido como o Rei dos Ribauds, é o mestre desta rede, manipulando informação, violência e medo.

T2: Azar, o poder real vacila. Conspirações internas ameaçam a estabilidade do reino. O Rei dos Ribauds enfrenta rivais dentro da própria corte e descobre que a sua posição é mais frágil do que imaginava.

T3: O equilíbrio entre o rei, os nobres e os Ribauds desmorona-se. O protagonista é empurrado para um conflito que já não controla, e o ciclo entra numa fase de desagregação moral e política. A violência sobe de tom.

T4:  O foco desloca-se para o tema da linhagem, e para o papel que o filho do Rei dos Ribauds pode desempenhar. Como o título de Michel Vaillant: os jovens lobos! 

A frase que abre o T5 é “Mon père n’a jamais voulu être roi.” (o meu pai nunca quis ser rei) — parece ganhar aqui um significativo peso dramático: o ciclo prepara a transmissão de poder e a redefinição do papel dos Ribauds na cidade. O filho confronta o legado do pai, o rei enfrenta as consequências das suas escolhas, e os Ribauds são forçados a redefinir a sua própria existência. O segundo ciclo fecha com violência, manobra política e tragédia.

Uma série excelente, com intrigas palacianas de grande qualidade, imaginação e realismo. A tradução mais adequada, na minha opinião seria o rei dos “canalhas”, e não há nada que seja poupado nesta história. O desenho é muito bom, realista, vigoroso, enérgico, a maldade é visível na ação, mas também nas expressões, nos rostos. As cores sublinham o dramatismo da narrativa, o sombrio das situações, o vermelho da violência, e a composição de página é elegante e entusiasmante.

Brutal, sim. Elegante, curiosamente também. Cativante certamente. O testemunho que posso deixar é simples: Eu gostei bastante!


Novidade Nuvem de Letras: Tudo no máximo - Uma novela gráfica juvenil com banda sonora


Parece que mais uma vez a Nuvem de Letras acertou em cheio no que toca a novelas gráficas para os mais jovens.

"Tudo no máximo", de Sarah Lippett e Ziggy Hanaor é um retrato cru da adolescência, que nos mostra como a música se torna uma «passagem secreta» para a tão almejada liberdade. Entre a doçura e a dor, a história revisita a adolescência dos anos 90, e a sua icónica banda sonora, para contar uma história que toca igualmente jovens e adultos. Ana Markl, ligada ao mundo da música e da adolescência, assina a tradução.

Centrada na Nel e no Ludo, irmãos gémeos mas opostos, a narrativa atravessa as dificuldades do crescimento, as rivalidades, a pressão dos pares e as expetativas dos pais, e a busca de uma identidade. Quando o caminho nos escapa, a música pode trazer-nos de volta.

A Nel tem 15 anos e a vida não está fácil. A escola é desgastante, a pressão social é implacável e os adultos não se apercebem de nada. De alguma forma, o Ludo, o seu belo irmão gémeo, parece passar ao lado de tudo isso, planando sem esforço pelas complicações da vida. As únicas coisas que parecem estar a favor da Nel são a sua melhor amiga, a Kit, e a sua playlist.

Um livro que é também uma homenagem à música e ao papel essencial que esta desempenha no que nos tornamos. Mas nada dura para sempre, e a vida de um adolescente pode mudar de um momento para o outro.





quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Já arrancou uma nova campanha do projecto Umbra - desta vez o volume 7 da antologia


A Umbra arrancou de novo para mais uma campanha de crowdfunding, desta vez para o volume 7 desta série de antologias. Prevê-se o lançamento da publicação em Outubro e tem um painel de histórias e autores inacreditáveis:

Umbra #7 terá a continuação da saga KRIZ3 começada no número 5, inicialmente da autoria de Fernando Relvas, mas cujo episódio 3, "A voz de Eldved", é agora escrita por Pedro Moura e desenhada por Ricardo Baptista.

Com o drama espacial "Ectype", o autor neo-zelandês Scott Base regressa, tal como o francês Réza Benhadj, com um encontro surreal: “A rapariga de Plum Island”. Tem ainda “Do fundo dos mares mortos”, o primeiro episódio da saga Eu, Ciborg, pelo grande argumentista e autor argentino Afredo Grassi e desenho do também celebrado mestre Lucho Olivera. Trata-se de uma interrogação sobre a condição humana, com a ocupação de Marte por pano de fundo. Serão publicadas todas as partes nos números vindouros da Umbra.

Uma aquisição de monta é o celebrado autor Ricardo Cabral, que volta ao seu universo Terrea, com um novo episódio inédito, “Terra Umbrae”. E, estreando-se neste projecto, o jovem autor Luís Ribeiro, com uma história de um ciclo de histórias em torno de gastronomias de pesadelo. “A primeira garfada” é o primeiro dos seus pratos. "

Podem participar e contribuir para o Umbra# na plataforma PPL e também ver as sinopses das histórias, acedendo aqui