Ao mesmo tempo que em Angoulême a situação do Festival continua a arrastar-se de adiamento em adiamento nos tribunais, prometendo mais um pequeno “flop” para 2027 (ou, se quiserem, mais um festival Off), para o festival de Saint-Malo, que normalmente coincide com o nosso Amadora BD, as coisas vão “mexendo”, e a seleção de álbuns é interessante para “captar” alguns sinais dos gostos de um público francófono.
Quanto ao prémio Ouest-France/Quai des Bulles, atribuído por um júri de leitores do jornal diário Ouest-France, escolhidos com a característica de terem menos de 35 anos (e mais de 18), estão nomeados:
• Akari, de Marco Kohinata, Ed. Le Lézard Noir;
• Avila, de Teresa Radice e Stefano Turconi, Ed. Glénat;
• Karl, de Cyril Bonin, Ed. Sarbacane;
• Mémoires d’un garçon agité, de Zabus e Valérie Vernay, Ed. Dargaud;
• Mise à Mort du Tétras Lyre (La), de David Combet, Ed. Glénat;
• Montagne d’Encre (La), de Nicolas Debon, Ed. Dargaud;
• OFF, de Romain Renard, Olivier Tollet e Patrice Réglat-Vizzavona, Ed. Daniel Maghen;
• Punk à Sein, de Magali Le Huche, Ed. Dargaud;
• Tekoha, de Clara Chotil, Ed. Actes Sud;
• Vaillantes, de Cécile Becq e Émilie Chazerand, Ed. Rue de Sèvres.
Quanto ao prémio ADAGP/Quai des Bulles (ADAGP é a Sociedade de Autores nas Artes Gráficas e Plásticas), também conhecido pelo prémio “jovem revelação”, cujo júri é composto por artistas, jornalistas e profissionais, os nomeados são:
• Amère, de Lucrèce Andreae, Ed. Delcourt;
• Salomé, de Alice Bienassis, Ed. Delcourt;
• De Bonne Foi, de Marguerite Boutrolle, Ed. Dargaud;
• Trop tard, de Baptiste Delengaigne, Ed. 2042;
• Levure, de Juliette Hayer, Ed. Sarbacane;
• Ces Lignes qui Tracent Mon Corps, de Mansoureh Kamari, Ed. Casterman;
• Je Reviens dans Six Mois, de Lucas Landais, Ed. Albin Michel;
• Marly ou la Neige en Été, de Emmanuel Lantam, Ed. Réalistes;
• Les Singes, de Yann Le Bec, Ed. Dupuis;
• Belle de Soie, de Pavel Bart, Ed. Delcourt.