domingo, 3 de maio de 2026

BDs da estante - 684: Baby Blues vol. 18 - Mais que as Mães, de Rick Kirkman e Jerry Scott - edição Bizâncio

 


Claro está que tínhamos que ir buscar à estante um livro adequado ao Dia da Mãe. Mais que as Mães, o 18.º volume de Baby Blues, foi o escolhido.

Neste volume, os pais de Hammie e Zoe, passam a ficar em desvantagem com o nascimento da menina Wren ou seja 2-3!!! Ao ler estas tiras os futuros pais podem antever o futuro ou então os actuais pais podem rever-se em diversas das situações desenhadas. Excelente série, de Rick Kirkman e Jerry Scott que o Juvebêdê recomenda desde o primeiro livro. 

A edição é de 2005, da editora Bizâncio.

sábado, 2 de maio de 2026

A nossa leitura de Mafalda - A Presidente, de Quino - edição Iguana

 



É sempre uma dificuldade escrever uma crítica sobre um livro da Mafalda, pois corremos o risco de nos repetirmos ou de enchermos um texto de clichés ou até mesmo as duas coisas.

O que haverá mais a dizer sobre Mafalda ou sobre a genialidade do seu autor que já não tenha sido dito? Nada. Portanto resta-nos apenas fazer uma apreciação sobre a compilação das tiras adequadas a um tema. Foi o caso deste Mafalda - A Presidente (edição Iguana), que oportunamente foi editado quando, no início deste ano, Portugal votava nas eleições presidenciais. Se já tínhamos achado que no volume anterior "Mafalda - A Pequena Filósofa" a selecção das tiras tinha sido excelente, aqui em "Mafalda - A Presidente", a escolha das tiras está melhor ainda.

O sentido de humor, a inteligência, a acutilância de Quino, faz-se sentir aqui em todo o seu esplendor, e embora este livro tenha saído por ocasião das presidenciais, pode ser lido em qualquer altura porque, como já dissemos várias vezes, as tiras da Mafalda são intemporais e foram criadas com tal sabedoria, que continuam actuais, por mais anos que passem.

Como dissemos sobre o livro anterior, Mafalda continua a encantar, a divertir-nos e a ensinar-nos tanta coisa, que é impossível não gostar de reler. E temos tanto, mas tanto que aprender com ela...






sexta-feira, 1 de maio de 2026

A nossa leitura de Ulysse & Cyrano, de Stéphane Servain, Antoine Cristau e Xavier Dorison - edição ASA

 


Este era um dos livros sobre o qual depositámos muitas expectativas. Quer pela opinião do Miguel Cruz (já aqui publicada), que leu a versão original, quer por termos visto que foi muito aclamado pela crítica e que chegou a ser finalista do prémio ACBD. Tínhamos também ficado rendidos à belíssima capa e a sinopse prometia. Ainda para mais com argumento de Xavier Dorison, que conhecemos de outros excelentes trabalhos. 

Após a sua leitura podemos dizer que é um grande livro. Não só pelas suas 184 páginas, mas por tudo. Pelo argumento, pelo desenho, pelas cores. Portanto, uma excelente aposta da ASA para o primeiro trimestre de 2026, com este "Ulysse & Cyrano, de Xavier Dorison e Antoine Cristau (argumento) com desenho de Stèphane Servain. 

O livro exige um bocado do leitor. Não é daqueles que se lê de um só fôlego, mas daqueles que se saboreiam. E saborear é mesmo a palavra adequada para um livro onde a gastronomia é a grande protagonista, a par de uma dupla improvável: Ulysse, um adolescente em quem o pai coloca muita pressão no que toca aos estudos e ao futuro e Cyrano, um ex chef de cozinha, afastado das lides gastronómicas e que vive quase como um ermita. Os dois vão conhecer-se de uma forma inesperada, mas aos poucos cresce entre eles uma grande amizade e Ulysse descobre a sua vocação profissional, a culinária, o que vai completamente contra os projectos do seu pai, de ver o seu filho sucedê-lo aos comandos da sua empresa, uma das maiores de França. 

Por um lado temos então um jovem a sonhar fazer aquilo de que verdadeiramente gosta, mas obrigado a obedecer ao seu pai, acabando, com a sua juventude e entusiasmo, de devolver a Cyrano o prazer de viver e de cozinhar. Muitas peripécias vão acontecer, não vamos aqui desvendar a história, mas só vos queremos dizer que este livro surpreende com uma narrativa que nos traz muito conteúdo para reflectir: os conflitos geracionais, a capacidade alcançar os sonhos, a importância da amizade e da lealdade, a tolerância, entre muitos outros ingredientes que nos fizeram gostar desta obra que tem melancolia e aventura, humor e sensibilidade. A par de tudo isto, desenhos muito bem conseguidos, com pranchas por vezes muito diferentes umas das outras e com uma utilização de cores que se identifica com a época e que ajuda a criar uma atmosfera bucólica.

Para fechar com chave de ouro este livro, os autores partilham connosco três receitas, uma vez que chegados à última página, é impossível que os leitores não sintam um grande apetite.






Novidade: Iguana lança mais um título de Mafalda, desta vez "Guerra e Paz"

 


Neste dia 1 de Maio - Dia do Trabalhador, destacamos aqui editado pela Iguana mais um título de Mafalda. Num Mundo doente como o nosso, o título "Guerra e Paz" vem bem a propósito, tendo em conta o cenário internacional que temos actualmente. O livro chegará às livrarias no dia 11 de Maio.

«Paz», uma palavra demasiado incómoda num mundo habituado ao barulho das guerras.

Farta de ver o mundo discutir mais do que conversar e de constatar que as notícias parecem trazer sempre novos conflitos, a Mafalda volta a observar o mundo com a atenção de quem não aceita que a guerra seja tratada como algo normal. Entre perguntas desconcertantes e comentários certeiros, analisa a forma como os adultos gerem o planeta e pergunta-se por que razão a paz continua a ser uma promessa adiada.

Pela sua lupa passam os confrontos entre países, a corrida aos armamentos, os discursos grandiosos sobre o bem e o mal e as contradições de uma humanidade que proclama ideais elevados, mas nem sempre os pratica. Com a ajuda dos seus amigos, a Mafalda desmonta certezas, expõe incoerências e revela, com um humor afiado, o absurdo de muitas verdades oficiais.

A Mafalda não apresenta tratados diplomáticos nem fórmulas milagrosas para resolver os conflitos do mundo. Propõe algo mais simples — e talvez mais difícil: que cada pessoa comece por questionar as suas próprias certezas. Talvez seja essa lucidez, tão incómoda quanto necessária, que faz dela uma das vozes mais persistentes — e mais sensatas — no eterno debate sobre guerra e paz.






quinta-feira, 30 de abril de 2026

Novidades DEVIR: são mais cinco as novidades publicadas neste final de Abril, entre elas Monster - vol.7

 


São mais cinco novidades da DEVIR que ficam disponíveis hoje nas livrarias, somando assim às outras cinco já editadas ou seja como escreveu a editora 5 + 5 = 10!

Destacamos o volume sete da excelente série Monster, de Naoki Urasawa que acompanhamos aqui no Juvebêdê e ainda One Piece 12, Dan Da Dan 3, Frieren 8 e One-Punch Man 24.

Cinco boas leituras para este fim de semana prolongado!




Novidade: Presença Comics vai lançar em Maio "Diários de uma Apotecária", uma nova série de manga

 


Já se encontra em pré-venda e sairá a 20 de Maio, esta nova série de manga, intitulada "Diários de uma Apotecária". Pela sinopse, promete!

Sinopse: 

No coração do palácio imperial, onde intrigas políticas e segredos mortais se cruzam, surge Maomao, uma jovem apotecária especialista em ervas, venenos e medicina, que é forçada a servir como criada na corte.

Mantendo o seu talento e inteligência em segredo, tenta atravessar os dias sem se destacar… até que um mistério começa a tomar forma: os herdeiros do imperador parecem vítimas de uma «maldição». Subitamente, Maomao vê-se no centro da investigação, utilizando o seu conhecimento peculiar e uma pontinha de audácia para desvendar o que muitos consideram inexplicável.

Chegou o primeiro volume de uma série fascinante onde a astúcia de uma humilde apotecária promete virar o jogo da corte.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Novidade Documenta: este é o excelente livro dedicado aos Cartoons do Ano 2025

 


Como nos anos anteriores, por ocasião da exposição homónima, integrada na Cartoon Xira, é editado um livro que reúne os cartoons expostos, os melhores do ano em causa. Desta vez temos os "Cartoons do ano 2025", livro que mostra trabalhos de André Carrilho, António Antunes, António Maia, Cristina Sampaio, Henrique Monteiro, João Fazenda, Nuno Saraiva, Pedro Ribeiro Ferreira, Pedro Silva, Rodrigo de Matos e Vasco Gargalo.

Mafalda Anjos: «2025 foi o ano em que Trump voltou para acabar com a ordem mundial que nasceu dos destroços da Segunda Guerra.»

Quando historiadores olharem para trás no tempo e se dedicarem, com distanciamento, a pensar a década de 20 deste século, colocarão certamente um pin em 2025. Mais precisamente, na data de 20 de janeiro. Este foi o dia em que Donald Trump voltou a ocupar a Casa Branca para um segundo mandato — o dia em que o mundo mudou. […]

Praticamente todas as principais normas escritas e não escritas que disciplinaram a forma como os estados interagem entre si foram enfiadas na gaveta. Reemergiram a lei do mais forte, a visão imperialista, a lógica transacional, o autoritarismo, as barreiras alfandegárias. Os valores democráticos, os direitos fundamentais e as instituições foram enfiadas debaixo do braço do presidente dos Estados Unidos, que deixou de ser o país farol do mundo livre. […]

Este foi também o ano em que, com elevada probabilidade, a palavra «genocídio» reentrou para os livros de História. Vários observadores e instituições internacionais acusam Israel de destruição intencional e sistemática do povo da faixa de Gaza. O mundo viu a fome implacável, os assassínios em massa, um país em escombros, mas nem todos os líderes mundiais se indignaram com a veemência devida. A realpolitik pode ser muito feia de se ver. […]

Esta é, pois, uma obra imprescindível para a construção da memória coletiva e um deleite para os olhos e para as mentes curiosas.
[Mafalda Anjos]

Por mais atribulado que tenha sido 2025, a Cartoon Xira, anualmente, não nos deixa esquecer o valor da liberdade de expressão, que só uma democracia saudável nos permite e, aliás, defende.
[Fernando Paulo Ferreira]

Lembramos pois que este livro foi publicado pela editora Documenta/Sistema Solar por ocasião da Cartoon Xira 2026, que decorre no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, desde 7 de Março e até 31 de Maio de 2026.

Festivais BD 2026: este é o cartaz para edição de 2026 do Festival de BD de Beja

 

Falta pouco mais de um mês para a edição do 21.º Festival de BD de BEJA a começar a 5 de Junho e ontem foi apresentado o cartaz.

O cartaz é da autoria claro da Susa Monteiro e esperamos mais novidades do programa muito em breve.


A nossa leitura de Hercule Poirot - Perigo na Casa da Falésia, de Agatha Christie, Frédéric Brémaud e Alberto Zanon - edição Arte de Autor

 


Lemos todos os livros desta colecção da Arte de Autor, de adaptações para banda desenhada de obras de Agatha Christie, por isso o traço e o estilo deste livro já nos era familiar, tendo em conta que a dupla que o realizou, Frédéric Brémaud e Alberto Zanon, já tinham adaptado outros quatro títulos da colecção: Os Crimes do ABC, Crime no Campo de Golf, Drama em Três Actos e Intriga em Bagdad.

Voltamos a ter nesta álbum "Perigo na Casa da Falésia" o famoso detective Hercule Poirot como protagonista e com a difícil tarefa de descobrir o(a) criminoso(a) no meio de um conjunto complexo de personagens. Como sempre, são várias as personagens que participam na história, para criar ainda mais dificuldade ao leitor de conseguir adivinhar por si, o(a) autor(a) do crime. Mas o que para nós é complicado, é simples para Poirot, pois ele dá importância a pormenores que nos escapam. Após o crime cometido é sempre divertido acompanhar as suas perguntas e o seu raciocínio e a forma como somando os indícios e provas, consegue deslindar os mistérios que se lhe oferecem, mesmo almejando ele afastar-se e desfrutar da sonhada reforma.

Como cenário desta vez temos uma magnífica casa no alto de uma falésia na Cornualha, propriedade de Nick Buckley, uma mulher jovem. E é sobre essa personagem que a ação irá decorrer. Hercule Poirot e o Capitão Hastings estão hospedados num pequeno hotel vizinho e mesmo querendo afastar-se das investigações, Poirot não resiste intervir depois da jovem vizinha ter sofrido uma tentativa de homicídio. Aliás, ela convida um grupo de amigos para passarem uns dias na sua casa e vão ser várias as tentativas de pôr fim à sua vida. Com tudo isto, claro está que Poirot não poderia ficar de braços cruzados e decide vasculhar as vidas, os motivos, os alibis de todos para descobrir quem é que quer tanto matar a jovem Buckley. Até que isso aconteça, vai descobrir uma série de mentiras.

Como sempre, uma bela adaptação e uma bela forma de ler (ou reler) as obras de Agatha Christie.




terça-feira, 28 de abril de 2026

A opinião de Miguel Cruz sobre "Un été loin des Hommes", de Campi, Blanchut e Locandro

 


Un été loin des Hommes

Um das BDs melhorzinhas que tive oportunidade de ler este ano. Ainda há poucos dias pude dizer o mesmo sobre outra leitura, Les Soeurs des Vagues. Que satisfação, duas excelentes leituras quase seguidas. Mas atenção: estilos (narrativos, de desenho, etc.) totalmente distintos.

Comecemos pelo desenho de Thomas Campi (nunca me tinha chamado a atenção, confesso, nem me tinha apercebido de ser o autor de Guerra e Paz dos Clássicos da Literatura em BD), pois foi por aí que eu cheguei a esta BD: vi-a anunciada, no meio de outras e chamou-me a atenção. Como a capa não era suficiente, esperei para poder folhear e após meia dúzia de páginas passadas em velocidade, enfiei-a debaixo do braço. Ou seja, resumindo, o desenho é fantástico, sensível, expressivo quente, as cores são vibrantes, mas particularmente, depois de se ler fica-se com aquela sensação de que este é o desenho perfeito, e não qualquer outro, para esta história.

Quanto à história, da autoria de Fabienne Blanchut e de Catherine Locandro (por mim mencionadas, autoras de “Les Cheveux d’Edith”, entretanto editado em Portugal), ela não poderia ser mais real, passada na Córsega (essencialmente), mas descrevendo umas férias de verão com que muitos de nós nos conseguimos relacionar, que muitos de nós vivemos, vimos, sentimos, pelo menos parcelarmente.

Uma adolescente de 12 anos, de seu nome Frédérique, vai, com os seus pais, passar as suas férias de verão numa pequena localidade na Córsega, em casa dos seus tios e primas, uma tradição familiar. Uma vila que vive do Verão, uma praia onde muitos se conhecem, os encontros nos restaurantes ou nos passeios noturnos. Estamos em 1985, a viagem é de carro, com enjoos, um walkman de auscultadores de “espuma amarela”, e música dessa década.

Frédérique é uma jovem reservada, filha única, inteligente e sensível, que nestas férias descobre a atração, descobre que os seus pais se poderão estar a separar, e descobre que já não tem os mesmos gostos do ano anterior. Porquê o título: “Um Verão Longe dos Homens”? Por várias razões que caberá ao/à leitor/a descobrir, sendo que uma delas é porque o pai de Frédérique a vai deixar com a sua mãe e volta para trabalhar, enquanto o seu tio surge raramente, afinal estamos no Verão e este é o período alto de vendas.

Adolescência e nostalgia, um verão quente e as descobertas sentimentais, os segredos de família e as dinâmicas de verão num espaço onde o cardápio de atividades é limitado. Muito agradável, tudo inteligentemente tratado. Ah, um pormaior: A BD começa com o retorno de Frédérique, já nos seus quarentas, à casa dos seus pais, na sequência da morte da sua mãe. E é na sequência das conversas com o seu pai que as memórias e uma fotografia em particular nos vão mergulhar nesse verão de 1985.

Editado pela Dargaud, aqui está, para mim, uma das que será leitura obrigatória do ano!




Ilustrações de Imprensa de André Carrilho expostas em Torres Vedras até dia 2 de Maio

Foi inaugurada no dia 10 de Abril, a exposição "Senhor Lobo", de André Carrilho, na Biblioteca Municipal de Torres Vedras. O artista foi convidado pela Casa da Imprensa para apresentar uma selecção de ilustrações de imprensa, criadas em 2025, as quais retratam as personagens e os acontecimentos que marcaram o ano.

Este foi o terceiro ano consecutivo em que a Casa da Imprensa convidou um cartunista para apresentar a sua visão sobre o ano anterior. Carrilho sucede, assim, a Luís Afonso (2023) e Cristina Sampaio (2024).

Segundo André Carrilho, cada ilustração é acompanhada pelo briefing por e-mail e por esboços, mostrando como a criação de uma imagem editorial envolve um processo um pouco mais complexo do que a escrita de um “prompt”. É a sua resposta aos recentes desenvolvimentos na área da Inteligência Artificial e uma tentativa de reflectir sobre o trabalho enquanto artistas, e se podem ser facilmente substituídos. A exposição foi organizada por Jorge Silva, da Silva Designers, e pela Casa da Imprensa.

Festivais BD 2026: Estamos a menos de um mês do Festival Maia BD

Ainda andamos nós a escrever balanços sobre a Comic Con e o Coimbra BD e já estamos a pensar nos próximos festivais.

Porém, impõe-se dar nota de que o Maia BD decorre já de 22 a 24 de Maio, no Fórum da Maia e são já vários autores confirmados e com alguns nomes internacionais e nacionais muito apelativos. 

Sabemos que a estes nomes ainda se vão juntar outros, mas para já estes são os que foram já divulgados.





segunda-feira, 27 de abril de 2026

Novidade Ala dos Livros: editado o terceiro volume de "A Adopção", com o título "O Rei dos Mares"


Após a edição dos volumes Integrais 1 e 2 desta série, em 2022 e 2024, respectivamente,  a Ala dos Livros, publica agora o 3.º volume de "A Adopção", de Zidrou e Arno Monin, com o título "O Rei dos Mares". Depois de o segundo tomo de “A Adopção” ter obtido, em 2017 e 2018 respectivamente os Prémio Saint-Michel para o Melhor álbum Francófono e o Prémio da BD Fnac da Bélgica, esta série tornou-se uma referência incontornável da BD europeia dos últimos anos.

A sinopse:

Um nascimento e pedidos de adopção que se concretizam quando menos se espera. Depois, a dor que vira tudo de cabeça para baixo. Uma família onde o pai espanhol entrou com um pedido de adopção em Espanha enquanto a mãe francesa entrou com um pedido de adopção em França. Uma família onde ambos os pedidos se concretizam ao mesmo tempo e, como costuma acontecer nesses casos, uma família onde a natureza assume o controlo e a mãe engravida. É uma família onde a terceira menina é repentinamente adoptada. É também uma família onde quem mais sofre é quem sai do ventre da mãe, porque ela não foi adoptada como as suas duas irmãs. E é uma família onde a dor ataca, deixando o pai sozinho com as suas três filhas adoptivas. É uma história de vida, ou melhor, de quatro vidas, e acima de tudo, é uma enorme história de amor.










 

Quatro excelentes novidades da ASA: Ginseng Roots, Michel Vaillant, Spielberg e o segundo volume de Slava em pré-venda

A ASA tem já em pré-venda estes quatro títulos a sairem durante o mês Maio e início de Junho. Eis os títulos e as datas:

"Ginseng Roots", de Craig Thompson há muito esperado; Michel Vaillant - Corridas Lendárias II "A Alma dos Pilotos"; "Spielberg", de Amazing Ameziane e o segundo volume de Slava, com o título "Os nossos russos".

As datas de saída previstas:

Ginseng Roots, de Craig Thompson - 12 de Maio

Michel Vaillant - Corridas Lendárias II "A Alma dos Pilotos" - 12 de Maio

Spielberg, de Amazing Ameziane - 26 de Maio

Slava - Os Nossos Russos - 2 de Junho

Sobre cada um deles havemos de vos falar com maior pormenor.





Exposição: fomos ao CartoonXira e aconselhamos mesmo a visita - está aberta até 31 de Maio!


Terminou a Comic Con e o Coimbra BD e vem aí o Maia BD, a Feira do Livro de Lisboa e o Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. O que não faltam são iniciativas para amantes dos livros, da banda desenhada, da ilustração e do cartoon. É o caso de mais uma edição da Cartoon Xira (que termina a 31 de Maio) e do Ilustra BD Barreiro cujas exposições podem ser visitadas até 31 de Julho. Mas hoje vamos focar-nos na CartoonXira, que já fomos visitar, como fazemos todos os anos, aconselhando que façam o mesmo. O espaço é muito bonito, as exposições fantásticas e a entrada é gratuita. 

A exposição reúne trabalhos de vários cartoonistas portugueses e conta com a participação da artista convidada Maria Picassó (1983). Uma vez mais pudemos comprovar a qualidade deste evento, com o melhor que se faz nesta arte, com uma retrospectiva através do cartoon, dos vários temas da actualidade, passando pela política, cultura, desporto e muito mais. Um olhar sobre o mundo, tocando com o dedo na ferida, mas com o humor. A exposição das obras de Maria Picassó foi para nós surpreendente, apenas com caricaturas de figuras famosas, do cinema à música, da literatura à arquitectura e à política.

CartoonXira - aberto até 31 de Maio, no Celeiro da Patriarcal - Vila Franca de Xira, de 3.ª feira a domingo, das 15h00 às 19h00. Encerra à 2.ª feira e feriados.

Ficam aqui algumas imagens.