sábado, 13 de junho de 2026

Novidade: A adaptação para novela gráfica da obra Pátria, de Fernando Aramburu, será apresentada amanhã na Feira do Livro



Amanhã, o escritor Fernando Aramburu estará na Feira do Livro de Lisboa, para o lançamento da adaptação para novela gráfica do seu romance "Pátria", acompanhado pelo ilustrador Tony Feizula.
A edição é da ASA e o lançamento decorrerá às 17h30 na Praça da Leya.

A sinopse:

No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para contar junto do túmulo do seu marido, o Txato, assassinado pelos terroristas, que decidiu voltar para a casa onde viveram. Poderá conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transformou toda a sua vida e a da sua família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o seu marido, quando voltava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori irá alterar a falsa tranquilidade da terra, sobretudo da sua vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista preso e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que é que envenenou a vida dos seus filhos e dos seus maridos tão unidos no passado? Com as suas angústias disfarçadas e as suas convicções inquebrantáveis, com as suas feridas e as suas valentias, a história incandescente das suas vidas antes e depois do estouro que foi a morte do Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdão numa comunidade desfeita pelo fanatismo político. Toni Fejzula adapta num impressionante romance gráfico, com um estilo narrativo visual e artístico sem comparação possível, um dos romances mais importantes do panorama literário atual.

Festival BD de Beja: 21 anos, que bela IDADE ou "Onde a tradição ainda é o que era"



INFORMALIDADE - AMIZADE - DIVERSIDADE - OPORTUNIDADE - NOVIDADE - QUALIDADE - PONTUALIDADE - TENACIDADE - FELICIDADE - SAUDADE

Passada uma semana do arranque do XXI Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, impõem-se fazer aqui um balanço, mesmo depois de já termos lido várias opiniões de quem também lá esteve.

Todos temos tendência para fazermos comparações, neste caso entre festivais, que agora já são vários. Porém, chegamos à conclusão que não há que comparar o incomparável. Se todos os festivais fossem iguais, nem sequer fazia sentido existirem. A vantagem que cada um oferece são as suas próprias características que os diferenciam. E este ano sabemos do que estamos a falar, pois estivemos no IlustraBD, na Comic Con, no Coimbra BD, no Maia BD e agora em Beja. Já nem falando na Feira do Livro de Lisboa, que não é propriamente um festival, mas tem também bastantes eventos atractivos relacionados com a banda desenhada.

Por isso, e após alguma reflexão, vamos tentar dar a nossa opinião focando-nos apenas no que aconteceu em Beja, embora cientes de todas as questões que se levantam, com a existência de tantos eventos próximos, que por vezes são penalizadores ao nível de público, porque não dá para ir a todas e houve muita gente este ano a optar por um festival em detrimento de outro.

Voltemos a Beja. Sim, porque voltar a Beja é sempre um prazer. Somos sempre bem acolhidos, seja por toda a equipa do festival, seja pelo mítico Hotel Bejense. 

21 anos - que bela IDADE!

O Festival de Beja tem características únicas que nenhum outro consegue replicar: a INFORMALIDADE. Participar no Festival de Beja é como ir para um encontro de amigos. E foi muito por isso que, apesar de algum cansaço nesta altura do ano, não quisemos faltar. Prevaleceu a AMIZADE. Esta reunião de amigos tem a particularidade de passarmos o dia a falar línguas diferentes. Temos uma conversa em francês, pouco depois estamos já a dar uns toques no espanhol, voltamos ao português, e seguimos para o inglês. 

E isso leva-nos a outra característica do Festival de Beja: a DIVERSIDADE. Diversidade de estilos, de experiência e de proveniência. Ali podemos ter o prazer de falar com autores veteranos, com uma sólida carreira, como podemos estar à conversa com quem ainda está a dar os primeiros passos na nona arte. A multiplicidade de estilos oferece excelentes obras de arte para todos os gostos e um dos grandes aspectos positivos deste festival é dar lugar aos mais novos, dar-lhes a OPORTUNIDADE de apresentarem os seus trabalhos, como é o caso de Beatriz Brajal, que ganhou este ano o Prémio Geraldes Lino ou Inês Louro que esteve na residência literária em Bruxelas (ambas numa das fotos). A propósito, o Festival este ano apresentou uma NOVIDADE que foi a abertura do terraço da Casa da Cultura para acolher o Interstício - Mercado da Auto Edição. O habitual mercado do livro funcionou no local habitual, coordenado pela Maria João e pelo Manuel da Cult. 

O que todos têm em comum é a QUALIDADE. É inegável a qualidade dos trabalhos expostos, dos artistas convidados. Este ano o "cartaz" parecia inicialmente um pouco mais fraco que o habitual, mas os autores que lá estiveram provaram o contrário, bem como as concorridas filas para os autógrafos. Este ano uma palavra para a enorme qualidade dos concertos desenhados, que foram memoráveis e sobre os quais já aqui falámos esta semana.

Com uma programação intensa no primeiro fim de semana, como é costume, não podemos deixar de falar na tradicional PONTUALIDADE. Já se tornou um ex libris do Festival, termos o Paulo Monteiro a apontar para o relógio, para as sessões terminarem e darem lugar a outras. Quanto a nós, tivemos o prazer de apresentar um painel com o autor brasileiro Luckas Iohanathan e assim ter ficado a conhecer melhor a sua obra. Claro que também assistimos a outros painéis, como o do Thomas Ott, o do Philippe Girard e o da apresentação do terceiro e último volume de CoBrA: Operação Conacri, editado pela Ala dos Livros.

Uma palavra para Paulo Monteiro, de apreço pelo seu trabalho e de gratidão pelo convite em participar, quer num dos painéis, quer com a redacção de um texto para a revista Splaft! E as palavras de agradecimento estendem-se a toda a sua equipa, que com grande TENACIDADE continuam a fazer omeletes sem ovos e a conseguir pôr este evento de pé. A FELICIDADE que sentem ao fazer o que fazem, transparece e contagia.

Por último, a SAUDADE. Que trazemos de Beja e que nos faz querer voltar no ano seguinte e que contagia os estrangeiros, que não conhecendo a palavra nas suas línguas, ficam a conhecer o sentimento que os marcou.

Obrigado Festival de Beja e até para o ano! Mas atenção que as exposições ainda podem ser visitadas até dia 21 de Junho.










sexta-feira, 12 de junho de 2026

Novidades Distrito Manga: os volumes 10 de Ataque dos Titãs e Edenszero lançados a 22 de Junho

Têm data agendada para lançamento a 22 de Junho, prontinhos para serem lidos no Verão: os décimos volumes das séries Ataque dos Titãs e Edenszero.

Havemos de falar de cada um em separado e com maior detalhe, mas fiquem já com esta indicação. Ainda para mais, o volume 10 do Ataque dos Titãs, vem com uma dedicatória exclusiva do autor Hiro Mashima, para os fãs portugueses.








 

Novidade: Fanzine Impulso n.º 11 - Maio 2026

 


Quando estivemos este último fim de semana no Festival de Beja, recebemos o novo número do fanzine "Impulso", referente a Maio de 2026, com o número 11.

Este é um fanzine da Associação Cultural Clicando, de Torres Vedras, com excelente qualidade, a preto e branco (excepto a capa e contra capa a cores), com 64 páginas, tendo tido este número a colaboração de 10 pessoas e com uma bela tiragem de 300 exemplares!

Neste número podemos encontrar vários artigos, entre eles o nosso destaque para um artigo sobre o mestre Edgar Pierre Jacobs e a sua obra, bem como várias bandas desenhadas, com destaque para Astérix em Olissipo, da autoria de Vasco Parracho e que aqui mostramos imagens.

É pois um excelente projecto/fanzine sobre banda desenhada e que aqui destacamos e parabenizamos!







Novidade A Seita: Os Trabalhadores do Mar, de Michel Durand promete uma boa leitura!

 


Esta é mais uma novidade d' A Seita, que surgiu na Feira do Livro de Lisboa. Trata-se de Os Trabalhadores do Mar, da autoria de Michel Durand e que é uma grande epopeia romântica, que conta a história de Gilliatt, um marinheiro solitário e marginalizado, que para poder casar com Déruchette, por quem está apaixonado, se propõe empreender uma missão impossível: recuperar o motor do barco a vapor do tio dela, que encalhou nos recifes mais perigosos daquela costa. 

As magníficas pranchas de Michel Durand, todas feitas em hachuras, lembrando as gravuras do século XIX, são a justa homenagem de um artista no auge da sua arte um romance que é um monumento à glória do mar e da sua violência, mas também à vida dos que dele dependem, e dos seus sofrimentos. Uma poderosa e sublime adaptação gráfica de um dos grandes romances de Victor Hugo.

O autor

Nascido em 1957, Michel Durand estudou na École des Beaux-Arts em Quimper, a sua cidade natal, e mais tarde em Orleães. Em 1979, começou a contribuir para a revista Fluide Glacial, onde criou os seus primeiros contos. Entre 1983 e 1989, trabalhou quase exclusivamente em publicidade, produzindo storyboards e ilustrações. Em 1989, sucedeu a Frédéric Garcia na série Cliff Burton, escrita por Rodolphe. Em 1992, em colaboração com Dieter, ilustrou Tranches-Jarrets, uma série de fantasia heróica que durou apenas um volume. Em 1994, em colaboração com Alejandro Jodorowsky e sob o pseudónimo Durandur, criou o amoral e depravado detective privado Gilles Hamesh para a revista (A suivre). Em 1999, Michel Durand lançou um impactante álbum a solo, Émotion de censure, pela Pictoris Studio. A partir de 2003, com base num argumento de Richard Marazano, iniciou a série Cuervos, em que trabalhou durante mais de uma década. depois de vários otros projectos, este Os Trabalhadores do Mar representa um salto técnico de mestria gráfica, e valeu-lhe um enorme sucesso crítico.



quinta-feira, 11 de junho de 2026

Novidade Booksmile: O fenómeno das Guerreiras do K-Pop surge agora em novela gráfica


Esta é uma adaptação para novela gráfica, do filme Guerreiras do K-Pop (Netflix), com cenas coloridas e diálogos vindos diretamente da versão cinematográfica. A edição é da Booksmile.

A sinopse:

O mundialmente famoso grupo feminino HUNTR/X é composto por estrelas de K-pop durante o dia e guerreiras à noite. Acompanha as aventuras da Rumi, da Mira e da Zoey enquanto elas esgotam estádios e protegem o mundo de poderosos demónios que ameaçam a humanidade há séculos.





25 Mulheres - Uma revolução no feminino - exposição em Coimbra das ilustrações de Raquel Costa


Pode ser visitada, desde dia 5 de Junho e até dia 31 de Agosto, na Biblioteca Municipal de Coimbra,  “25 Mulheres, uma revolução no feminino”, da autora e ilustradora Raquel Costa. A mostra, de entrada livre, está patente no espaço do Serviço de Empréstimo e reúne ilustrações e estudos preliminares do álbum ilustrado homónimo, que retrata a condição feminina na sociedade portuguesa do início dos anos 70 através de 25 histórias de mulheres.

A exposição integra ainda obras de autoras que marcaram o panorama literário e cultural português e que tiveram um papel relevante na luta pela liberdade e na construção do regime democrático.

Lembramos que entre outras distinções, o livro “25 Mulheres, uma revolução no feminino” recebeu o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância em 2026, o Selo Distinção Caminhos de Leitura do Observatório de Leitura do Pombal e o Selo Lusofonia Além-Mar Cátedra 10. A obra foi também distinguida com vários prémios internacionais e selecionada para o 67.º Anuário da Society of Illustrators, em Nova Iorque, integrando ainda a lista de obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura.

Novidade A Seita: A longa marcha de Lucky Luke, de Matthieu Bonhomme

 


No ano em que Lucky Luke celebra 80 anos, chega-nos mais esta homenagem, integrada na colecção "Lucky Luke visto por...", editada pel' A Seita. Desta vez de novo com autoria de Matthieu Bonhomme.

“Talvez ainda estejamos a tempo de salvar o nossomundo!”

Uma aventura de Lucky Luke nas florestas geladas e percorridas por lobos do território Lakota, no norte da América, na companhia de um jovem rapaz, Nuvem-Vermelha… um western simultaneamente clássico e actual, que demonstra mais uma vez o virtuosismo gráfico de Matthieu Bonhomme! A edição portuguesa d’A Seita inclui um caderno de extras adicional.

O autor:

Nascido em Paris, em 1973, Matthieu Bonhomme iniciou-se na BD como assistente de Christian Rossi, o extraordinário desenhador que substituiu Jean ‘Moebius’ Giraud como desenhador da série Jim Cutlass – o “outro” western a que o desenhador do Tenente Blueberry esteve ligado. Grande fã do western, Bonhomme confessa que “aprendi a desenhar com Lucky Luke, série que foi um dos pilares da minha formação como leitor” e agarrou a possibilidade de escrever e desenhar uma aventura da sua personagem preferida sem hesitação, e produziu um dos mais aclamados álbuns do cowboy de Morris, “O Homem que Matou Lucky Luke”. Vencedor de vários prémios em Angoulême ao longo da sua carreira, Bonhomme voltou ao período do western com a sua série ‘Charlotte Imperatriz’, sobre a princesa belga que se tornou imperatriz do México em 1864, antes de assinar “Procura-se Lucky Luke”. Neste momento é de longe o mais popular e aclamado autor de homenagens a Lucky Luke, pelo que não se estranha que neste ano em que se festejam os 80 anos do cowboy que dispara mais rápido que a sombra, tenha regressado ao seu universo com eles “A Longa Marcha de Lucky Luke”.





quarta-feira, 10 de junho de 2026

Novidade Casterman: Derrière le champ, é uma novela gráfica intimista


Acabou de sair esta nova novela gráfica, pelas mãos da editora Casterman. A autoria é de Maxence Kerloc'h. 

A narrativa, intimista centra-se num rapaz de 13 anos, Martin, que se mudou com o pai para o campo. Esta sua mudança não é fácil e fazer novos amigos na aldeia, também não. Mas ao conhecer Capucine, um vizinho, talvez ele veja finalmente uma saída para sua solidão. Juntos, eles tentarão escapar do isolamento e do tédio embarcando numa aventura.

“Behind the Fields decorre no campo da minha infância, sinónimo de vazio, ausência e tédio. Um ambiente particular, que me marcou, e a história de dois jovens adolescentes que lutam, com os seus meios, para conquistar a estima dos outros. » Maxence Kerloc’h.





Exposição "Retratos de Guerra", desenhos de Cristina Sampaio", vai inaugurar dia 13 de Junho, em Oeiras


Vai inaugurar, na Livraria Municipal Verney, em Oeiras, no dia 13 de Junho, a exposição "Retratos de Guerra - Desenhos de Cristina Sampaio" e irá estar aberta ao público até dia 14 de Novembro.

"Retratos de Guerra: Desenhos de Cristina Sampaio" nasce do diálogo entre a obra documental do pintor Neves e Sousa e o universo gráfico satírico e geométrico de Cristina Sampaio. 

Partindo dos desenhos do livro Angola a Branco e Preto, Cristina Sampaio confronta-se com a memória da Guerra Colonial, imaginando a realidade paralela às paisagens e figuras retratadas por Neves e Sousa. Em vez de recriar os desenhos originais, utiliza-os como cenários simbólicos para compor retratos de personagens marcadas pela guerra. 

A exposição estabelece uma ponte entre passado e presente, memória e interpretação, revelando o contraste entre a serenidade aparente das imagens e a violência da guerra colonial. O resultado é um conjunto de obras onde o desenho se transforma em reflexão visual sobre identidade, conflito e memória coletiva.

De 2ª a 6ªf, das 9h às 17h. Sábados das 10h às 17h. Encerra domingos e feriados.

Novidade A Seita: Lunáticos é o terceiro livro da colecção Bursztyn/Âmbar e o autor Adam Fyda esteve em Portugal

 


Adam Fyda, autor do livro "Lunáticos" esteve em Portugal, na Feira do Livro, a convite d'A Seita. Azares acontecem e desta vez aconteceu mesmo. O livro não chegou a tempo e o autor não pôde autografar a sua obra, mas compensou quem lá foi com autógrafos desenhados em cadernos ou folhas. Durante a sua permanência por cá, quem comprou o livro (neste caso em pré-venda), fê-lo por um valor especial e vai recebê-lo autografado.

Este é o terceiro título da colecção Bursztyn/Âmbar a ser lançado pel' A Seita e que apresenta trabalhos de autores polacos. "Lunáticos" tem também a participação de Marek Ospalski, co-argumentista.

A sinopse:

Em 1913, a primeira expedição lunar parte da terra. Cinco aventureiros seguem para o lado oculto do globo prateado, onde acreditam existir uma atmosfera. Pouco depois, o contacto com eles é perdido. Ninguém sabe o que descobriram ou se ainda estão vivos. Esta é uma história de morte, amor, saudade e esperança. Lunáticos é a adaptação à banda desenhada da obra No Orbe de Prata, de Jerzy Zulawski, um pioneiro da ficção-científica, frequentemente considerado como o Júlio Verne polaco.

Os autores:

Adam Fyda formou-se na Academia de Belas Artes de Wrocław, na Polónia, na Faculdade de Pintura. Durante muitos anos, trabalhou como designer gráfico, ilustrador, director de arte e designer de capas de livros. Em 2020, publicou a sua primeira banda desenhada, inspirada no conto de Lovecraft “Nas Montanhas da Loucura”. Seguiram-se “Perseguindo o Fantasma” (2021) e uma adaptação do clássico romance de terror de Arthur Machen, “O Grande Deus Pã” (2022). As suas obras já foram publicadas na Polónia, Itália, Reino Unido, e agora Portugal. A sua obra mais recente, “Lunáticos”, escrita em parceria com Marek Ospalski, baseia-se em “No Globo de Prata”, do escritor polaco Jerzy Żuławski – um dos primeiros romances de ficção científica já escritos. Publicada originalmente na Polónia pela Timof Comics, e já editada em França, é agora lançada em Portugal no âmbito da colecção Bursztyn/Âmbar..

Marek Ospalski é bibliotecário, e sempre gostou de palavras e textos.



terça-feira, 9 de junho de 2026

Novidade Arte de Autor: As raparigas de Salem - Como condenámos as nossas crianças


As raparigas de Salem - Como condenámos as nossas crianças, de Thomas Gilbert, é uma das mais recentes novelas gráficas, editadas pela Arte de Autor e que já está disponível na Feira do Livro de Lisboa, no pavilhão da editora.

A sinopse:

"Chamo-me Abigail Hobbs. Tenho 14 anos. Vivo com os meus pais na vila de Salem. Tive uma infância feliz, livre de preocupações. Sim, sem uma única nuvem no horizonte. Depois, chegou aquele dia fatídico. Eu tinha 13 anos. Recordo-me claramente... O dia em que tudo começou.

Um mergulho emocionante e aterrorizante no mundo estreito e opressivo da colónia de Salem, na Nova Inglaterra, no século XVII. Uma aldeia cujo nome permanecerá infame pelo chamado caso das “Bruxas” de que nos fala Abigail, ela que, aos 17 anos, foi uma das vítimas do obscurantismo e do fanatismo religioso no trabalho. Tudo começou quando um menino lhe deu um lindo burrinho de madeira entalhada...




Novidade Bertrand Editora - o segundo volume de Elas, já está em pré-lançamento!



Pouco tempo depois do primeiro volume, já está em pré-lançamento o segundo volume de "Elas", uma série de Kid Toussaint e Aveline Stokart, um fenómeno com mais de um milhão de leitores. A edição portuguesa é da Bertrand.

A sinopse:

Após uma tragédia familiar e um choque psicológico devastador, a Ella vê-se aprisionada no labirinto do seu subconsciente, sendo obrigada a atravessar os mundos das suas múltiplas personalidades.

Enquanto isso, no mundo real, a Azul - a sua versão mais manipuladora - assume o controlo total, mentindo, enganando e afastando todos à sua volta.

Os amigos começam a suspeitar de que algo está errado. A corrida contra o tempo intensifica-se.

A Ella vai receber ajuda… mas chegará antes que a Azul destrua tudo?





Festival BD Beja 2026: Os concertos desenhados vão ficar na memória de quem assistiu


Os concertos desenhados do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja são um dos seus ex libris. Este ano assistimos aos três e foram inesquecíveis. Dos melhores de sempre!

Na noite de sexta-feira, já depois da inauguração, fomos brindados com um concerto dos Gringo's Washboard Band, com desenho de Nuno Saraiva. 

Na noite de sábado, Thomas Ott deu um verdadeiro show a desenhar com um x-ato num cartão negro, com música de fundo. Soberbo! 

Depois disso, Vasco Colombo brilhou, ao desenhar ao som dos Club Makumba. 5 estrelas!

Havemos ainda de falar um pouco mais da nossa ida ao Festival nos próximos dias.