A 4.ª edição do Maia BD aconteceu este fim de semana. Nunca se tinha proporcionado, mas desta vez conseguimos não falhar ao Festival Maia BD. Fomos apenas a um dos dias, mas valeu bem a pena! Deu tempo para muita coisa. Ora vejam:
- Visitámos todas as exposições e todas elas extraordinárias. O espaço expositivo é excelente e amplo e as exposições muito bem organizadas e identificadas; assistimos a parte de uma visita guiada à exposição "O Deserto dos Tártaros", de Pasquale Frisenda, com o próprio autor, que com muita pena nossa, não conseguimos o seu autógrafo. Ainda relativamente às exposições, destacamos a de "Terrea", de Ricardo Cabral, a exposição de homenagem a Hermann, com originais, a exposição "Vozes do Irão: Desenhar pela Liberdade" e a exposição "Fantagraphics meio século a publicar disrupção";
- O Festival conta com dois auditórios e ainda um pequeno palco com uma pequena plateia no exterior. No auditório mais pequeno do interior participámos na apresentação da série Elric, da Arte de Autor, com os autores Julien Blondel e Didier Poli e assistimos ao painel com Dawid e o seu editor Luís Saraiva (ASA);
- Quanto aos autógrafos, estavam muitos e bons autores, nacionais (como Nuno Saraiva, na foto) e internacionais (nas imagens estão connosco Dawid e Julien Blondel e Didier Poli) e as filas eram gigantes, mas com um sistema de senhas bem organizado. Tivemos a felicidade de conseguir vários autógrafos que mais tarde vos mostraremos e outros que não foi possível, como o Pasquale Frisenda e a super concorrida dupla: Filipe Andrade e Ram V.
- A área das editoras (Feira do Livro) e dos artistas, localizada no exterior, funciona bem e tem um visual cuidado e com boa sinalética;
- A programação era muito diversificada e não tivemos tempo de ver tudo, mas não faltou a área de jogos e os seus adeptos e a mesma coisa com o Cosplay. Houve espectáculos de dança e de Taiko (e este ainda vimos um pedaço)
- Uma palavra também para a comunicação do evento. Cinco estrelas. Das redes sociais, passando pela sinalética no local, excelente visual de cartaz e grafismo e até à programação nos ecrãs junto aos auditórios, tudo com muita qualidade e profissionalismo.
Resumindo, foi uma experiência muito positiva, deixou vontade de voltar a este festival que teve um conjunto extraordinário de autores presentes, os eventos da programação sempre pontuais, voluntários simpáticos e disponíveis, localização excelente e com boas condições.










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