A Seita vai lançou mais um volume de Dylan Dog, o oitavo volume da série, com o título "Memórias do Invisível", com argumento de Tiziano Sclavi e desenho de Giampero Casertano.
A sinopse:
Há memórias que se recusam a desaparecer. Quando o invisível ganha forma, Dylan Dog é chamado a investigar um caso inquietante onde o limite entre o real e o imaginário se dissolve perigosamente, numa história perturbadora e melancólica, que explora a fragilidade da mente humana. Entre aquilo em que acreditamos e aquilo em que escolhemos acreditar, ergue-se uma realidade ambígua e sombria, em que Dylan Dog terá de enfrentar a inquietante possibilidade de que o verdadeiro horror reside precisamente naquilo que não conseguimos ver, no invisível…. Que nunca deixa de existir.
O autor:
Tiziano Sclavi nasceu em Broni, em 1953, envolto por paisagens de estradas silenciosas e invernos longos, o que viria a moldar o seu imaginário. Desde cedo, refugiou‑se nos livros e descobriu o prazer da escrita, vencendo concursos escolares e enchendo cadernos com histórias inquietantes. Em Milão, nos anos 1970, mergulhou definitivamente no mundo da banda desenhada, escrevendo para o Corriere dei Ragazzi e colaborando com Alfredo Castelli, numa aprendizagem intensa que lhe abriu as portas da Sergio Bonelli Editore, onde, em 1986, a sua sombra literária ganhou corpo definitivo com a criação de Dylan Dog, o detective do pesadelo. A série tornou‑se rapidamente num fenómeno cultural, revelando Sclavi como um dos mais singulares arquitectos do medo.
Giampiero Casertano nasceu em Milão, em 1961, e entrou no mundo da banda desenhada quase criança: aos quinze anos já trabalhava ao lado do seu mestre Leone Cimpellin, para quem fez a arte-final de aventuras que lhe abririam caminho para voos maiores. Nos anos seguintes, movido por um talento inquieto, passou pelas páginas de Boy Music onde chama a atenção de Alfredo Castelli, que o levou para a Sergio Bonelli Editore. O artista encontrou o terreno fértil onde o seu traço sombrio e expressivo floresceria: começa por auxiliar Carlo Ambrosini em Ken Parker até ser integrado em Martin Mystère, e depois — de forma decisiva — em Dylan Dog, série na qual se tornaria um dos desenhadores mais emblemáticos. Casertano também percorreu outros mundos narrativos, desde Napoleone e Le Storie, a Tex (onde se mantêm), sempre com um estilo capaz de transformar silêncio em atmosfera e luz em inquietação. Casertano é considerado como um dos grandes arquitectos visuais do fumetto italiano: um artista que, entre sombras e linhas, ajudou a moldar o imaginário de gerações de leitores.




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