sábado, 31 de janeiro de 2026

Cinema: Astérix - O Reino da Núbia - Nos cinemas em 2026

 


Já foi anunciado um primeiro cartaz do próximo filme de Astérix que chegará aos cinemas em Dezembro (pelo menos em França).

Astérix - O Reino da Núbia, filme de animação, é uma grande aventura dirigida por Alexandre Heboyan, baseada em uma história original de Matthieu Delaporte e Alexandre De La Patellière.

A sinopse: Um elixir da juventude é derramado por engano na poção mágica de Panoramix e transforma os gauleses em crianças inofensivas. Para salvar a sua aldeia, agora vulnerável aos romanos, Astérix e Obélix empreendem uma longa viagem até ao reino da Núbia, em busca de uma preciosa semente de baobá, essencial para a preparação do antídoto.


A nossa leitura de "Canalha borrada", de Zé Lázaro Lourenço - Edição A Seita

 


"Canalha Borrada", de Zé Lázaro Lourenço, foi uma das últimas novidades editadas pel' A Seita em 2025 e surpreendeu por ser um pouco fora da caixa.

Diz a sinopse que "Canalha Borrada" é uma colectânea de memórias de infância e pré-adolescência, vividas nos anos 2000, nas aldeias de Santa Maria da Feira. Provavelmente autobiográfica, esta BD narra as desventuras de dois primos, cujo principal passatempo era infernizar a vida dos avós. O título vem da alcunha insultuosa com que a família os baptizou. Bruta, javarda e sem romantismos. Uma ratazana podre, um escroto furado, uma esguichada de sémen, um fogo posto, um mergulho no esgoto... Canalha Borrada é encontrar o belo no meio da merda.".

E a verdade foi que conseguimos encontrar o belo no meio da merda, mesmo que o título já nos remetesse para porcarias. Ou seja, apesar do livro ser excessivamente badalhoco, nu e cru, com as javardices próprias de dois miúdos e às vezes até um pouco exagerado, ordinarote e com badalhoquices a mais, consegue provocar-nos um profundo saudosismo. Ler as pequenas histórias, umas mais engraçadas do que outras, fez-nos voltar atrás no tempo. Quando ainda se brincava na rua, quando éramos miúdos e andávamos à solta sem medos, e só voltávamos para casa quando nos chamavam para jantar. Quando mexíamos na terra e em insectos, e faziamos pequenas patifarias. Não tantas quanto as personagens deste livro, mas algumas.

Resumindo e pondo pudores de lado, acaba por ser uma leitura leve e divertida para a criança que vive em casa um de nós e gosta de recordar o passado e tem saudades até de um ralhete dos avós.

A acompanhar esta banda desenhada, desenhos muito caricaturais e algo infantis, muito coerentes com o argumento, ajudando a acentuar o tom de todo o livro.





sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Novidades: Stitch viaja no tempo é uma nova colecção da DQ Comics

A DQ Comics (novo selo da Dom Quixote) apresenta uma colecção com o Stitch como protagonista, que leva os leitores a viajar por pela história de várias partes do mundo.

"Stitch Viaja No Tempo… no Antigo Egito" e "Stitch Viaja No Tempo… no Renascimento Italiano" são os dois primeiros volumes desta série em formato manga, que se encontram em pré-lançamento e sairão a 10 de Fevereiro.

Sinopse do volume 1

Stitch causa, outra vez, uma grande confusão no laboratório de Jumba.

Quando este o manda embora, Stitch tropeça numa misteriosa máquina do tempo – e assim começa uma nova e louca aventura!

De repente, Stitch vê-se no antigo Egito, onde causa muita agitação com a sua maneira desastrada. Mas será que ele conseguirá voltar ileso ao seu tempo?

Um manga divertido, cheio de aventuras e emoção! O alienígena azul da Disney viaja no tempo e conquista novamente o coração dos leitores!

Sinopse do volume 2

Stitch ainda está a viajar no tempo, quando Jumba e Pleakley conseguem localizá-lo. Avisam-no que Hämsterviel também viajou no tempo, para a Itália do ano 1501. Sem ninguém capaz de o deter, usou a genialidade de Leonardo da Vinci para recriar a Itália à sua própria visão maligna. Mandam-no então para Florença, de forma a impedir Leonardo da Vinci de inventar robôs gigantes e assim restaurar a história.

Um manga divertido, cheio de aventuras e emoção! O alienígena azul da Disney voltará a viajar no tempo, para mais aventuras divertidas!





Distrito Manga apresenta mais cinco novidades para Fevereiro

Continua com um ritmo intenso a editora Distrito Manga, do grupo Penguin Random House. Está já em pré-venda mais cinco novidades. Já a 2 de Fevereiro estão previstos estar disponíveis os seguintes títulos:

O livro 1.5. da série "The Ghost in the Shell" - Human Error Processer; o sexto volume da série "BlueLock" e dois livros para colorir da colecção Pop Manga. 

A 16 de Fevereiro está marcada a saída do segundo volume de Pretty Guardian Sailor Moon.

Claro está que, como de costume, iremos falar com maior detalhe sobre estes livros, dentro de dias.








quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A nossa leitura de Something is Killing the Children - Volume 1 - edição Devir

 


Terror não é muito a nossa praia, mas houve qualquer coisa neste livro que nos cativou, talvez mesmo o conjunto do título com a imagem da capa. O facto é que começámos a ler e ficámos agarrados à história e parece que não foi à toa que esta obra foi já multi premiada e conquistou muitos leitores e críticos em todo o mundo (mais de 4,5 milhões de exemplares vendidos globalmente, traduções em mais de dez idiomas e uma adaptação televisiva em desenvolvimento).

Este é o primeiro volume de Something is Killing the Children e foi editado pela Devir. Trata-se de uma narrativa de terror, que por um lado é simples em termos de estrutura, mas ao mesmo tempo tem um grande impacto emocional. A história inicialmente parece pouco original, crianças desaparecem e são encontradas mortas numa pequena cidade, mas rapidamente troca-nos as voltas, ao revelar que os responsáveis pelas mortes são monstros invisíveis aos adultos, perceptíveis apenas pelas crianças. E esse caminho faz logo toda a diferença, pois estabelece uma tensão simbólica entre infância e maturidade, imaginação e descrença, verdade e negação.

A protagonista é Erica Slaughter, que é introduzida na história de forma enigmática. A sua presença é disruptiva e misteriosa: ela sabe mais do que diz, age com frieza e aparenta estar deslocada tanto moral quanto emocionalmente do mundo à sua volta. O tom de mistério deixou-nos na expectativa do próximo volume para conhecermos melhor esta personagem que, ao que parece, tem um passado traumático e uma relação ambígua com o próprio conceito de proteção infantil. Junto com ela vai estar uma criança, um rapaz que escapou de um ataque que vitimou os seus amigos. Como sobreviveu, torna-se suspeito, principalmente quando começa a ser visto na companhia de Erica, que é tida mais como uma ameaça do que como uma boa companhia.

O livro tem momentos de violência explícita, mas consegue ao mesmo tempo ser assustador e belo, em algumas passagens até ternurento. Mas o horror não reside apenas nos monstros em si, mas sobretudo na incapacidade dos adultos de reconhecerem o perigo real. A obra utiliza essa cegueira como crítica à tendência social de desvalorizar a voz das crianças. O medo infantil é sempre desvalorizado e tido como um exagero.

Portanto este primeiro volume, deixa muitas pontas soltas, como a origem dos monstros, o passado de Erica e sob que comando ela trabalha, deixou-nos a desejar continuar a leitura desta série.





Novidade Casterman: La Théorie du Grain de Sable, de Schuiten e Peeters



A Teoria do Grão de Areia e seus intrigantes fenómenos científicos que atingem a cidade de Bruxelas, são reeditados agora pela Casterman, num integral. Uma obra de referência de François Schuiten e Benoit Peeters, integrada na colecção Cidades Obscuras.

A sinopse:

Bruxelas, 21 de julho de 784. Constant Abeels enumera pacientemente as pedras que se materializam misteriosamente nas diferentes divisões da sua casa. Todos pesam exatamente o mesmo: 6.793 gramas - um número primo... Num prédio vizinho, uma mãe percebe, da mesma forma, que areia se acumula regularmente em seu apartamento, enquanto um pouco mais longe, o proprietário e chef da famosa brasserie Maurice descobre que está a perder peso, sem emagrecer... Com o passar dos dias, essas estranhas manifestações tornam-se cada vez mais pronunciadas. Uma mulher chega especialmente de Pâhry para investigar esses factos inusitados: Mary Von Rathen, aquela que já foi apelidada de “a criança inclinada”. Ela logo descobre que todos esses fenómenos convergem para a mesma pessoa: Gholam Mortiza Khan, um guerreiro Bugtis que recentemente veio a Bruxelas para vender joias...








quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

A opinião de Miguel Cruz sobre "Michel Vaillant 14 – Remparts", de Lapière, Bourgne e Eillam

 


Michel Vaillant 14 – Remparts

A mais recente série de Michel Vaillant (parece mentira, mas de recente tem pouco, uma vez que teve início em 2012), tem um novo episódio, de seu título Remparts, uma clara e óbvia referência à muito tradicional prova (criada em 1939, interrompida com a guerra, e retomada em 1947), com o mesmo nome, que tem lugar na importante (para a BD) cidade de Angoulême. Remparts é uma referência às muralhas medievais que rodeiam o centro histórico de Angoulême.

Nesta “recente” série, a Vaillant procura o seu posicionamento comercial, tenta desenvolver soluções inovadoras e sustentáveis para os seus bólides, sofre com dificuldades financeiras e com a concorrência chinesa. Uma nova geração tomou as rédeas da empresa, Michel Vaillant vê-se limitado naquilo que sabe fazer de melhor – competir, Steve Warson abandona as suas funções de senador nos Estados Unidos, e busca as suas origens, Françoise dirige a empresa com mão de ferro, mas com perturbações decorrentes da sua luta com o cancro que lhe fora diagnosticado.

Para apresentar uma viatura dotada de uma solução (bateria) revolucionária, Michel vai ser inscrito na corrida de Angoulême. Mas o protótipo vai ser roubado, Michel vai ter de puxar dos seus galões de verdadeiro herói da Banda Desenhada, e envolve-se numa perseguição extra-corrida, mas sabendo-se que terá de competir e, idealmente, ganhar.

Os outros grandes desafios para o Team Vaillant são a comunicação com a imprensa e, já agora, lutar contra um concorrente menos escrupuloso.

Denis Lapière apresenta aqui um argumento de continuidade neste enredo do (quase) dia a dia da família Vaillant, com uma narrativa bem construída, interessante, mas com poucas surpresas, apesar de movimentada.

O desenho clássico de Marc Bourgne continua a ser muito bom, muito agradável, viaturas bem desenhadas, personagens bem desenhadas, cidade de Angoulême bem desenhada, movimento bem desenhado. Marc Bourgne é um daqueles desenhadores que nunca desilude, e cuja gestão de página é sempre de qualidade. No desenho Marc Bourgne tem o apoio de Eillam (Brice Mallié).

Editado pela Graton (como label da Dupuis), o objectivo é consolidar esta saga familiar e a edição portuguesa já está em pré-lançamento e será editado pela ASA no próximo mês de Fevereiro, como aliás já tínhamos informado.




Não há Festival de Angoulême este ano, mas de 29 de janeiro a 1 de Fevereiro mais de 500 autores vão marcar presença no Grande Off

 




Já é sabido do cancelamento da edição deste ano do Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême. No entanto a cidade vai estar repleta de artistas, de 29 de Janeiro a 1 de Fevereiro. 

O Espaço Franquin, em Angoulême, vai acolher uma iniciativa chamada "Le Grand Off", que contará com a participação de mais de 500 autores. Exposições, conferências e mesas redondas, farão parte desta iniciativa que afinal será uma grande festa da banda desenhada.

A nossa leitura de "Felizes para sempre - e tudo o que acontece lá pelo meio", de Debbie Tung - edição Poets and Dragons Society

 


Que ternura, este livro. Gostámos muito, tal como já havia acontecido com "Book Love", outro título da mesma autora e editado em Portugal também pela The Poets and Dragons Society.

"Felizes para sempre - e tudo o que acontece lá pelo meio", de Debbie Tung, é um pequeno livro de banda desenhada que retrata o dia a dia de um jovem casal. Cheio de ternura e romantismo, também há lugar a pequenas zangas, a cuidar do parceiro doente ou a aguentar com o seu ressonar. Com enorme sensibilidade e sentido de humor, Debbie Tung retrata a vida tal como ela é. A realidade de um jovem casal que tem a sua primeira casa, os convívios com amigos, mas também a normalidade quotidiana, as refeições, o exercício físico (ou a preguiça), a escolha do filme para ver no sofá, e até suportar os puns do parceiro.

Uma colecção divertida e muito querida, de tiras de banda desenhada sobre a vida a dois, inspirada nas próprias vivências da autora. Um bela história de amor, banhada de realidade.

 




terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Novidade: JUVEBÊDÊ 102 já está disponível

 


Já está disponível o número 102 de mais uma revista/fanzine do Juvebêdê. 

A quantidade de livros de banda desenhada editados em 2025 e o elevado número de festivais e exposições, fez com que deste lado não tivéssemos mãos a medir na divulgação de tudo o que vimos, lemos e que queremos ler. A prova é que nesta edição 102, batemos o recorde de número de livros divulgados, tentando acompanhar o ritmo intenso das editoras.

O destaque desta revista vai para o XX Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, sendo que a nossa galeria é preenchida precisamente com um autógrafo de Achdé, que esteve presente no evento. Damos ainda destaque ao livro “O Meu Irmão”, de Jean-Louis Tripp, editado pela Ala dos Livros.

Claro está que não poderiam faltar notícias breves do mundo da nona arte e a habitual rubrica de Miguel Cruz, que nos traz sempre em primeira mão, sugestões de leituras que lê na versão original e que a maioria ainda não saiu por cá. 

Boas leituras e até breve!



A nossa leitura de Saga - volume 12 - edição G. Floy

 



Mesmo com o passar dos anos, Saga, da autoria de Brian K. Vaughan e Fiona Staples, numa edição da G. Floy,  continua a ser uma série de banda desenhada  ambiciosa e emocionalmente complexa do panorama da BD actual. No entanto, este volume destaca-se menos pelo seu impacto imediato e mais pela sua função dentro de uma narrativa longa, madura e deliberadamente paciente.

Após a longa pausa editorial da série, o regresso ao universo de Saga não procura chocar nem reinventar-se. Pelo contrário, este volume 12 aposta na continuidade ou seja no aprofundamento psicológico das personagens e na consolidação de temas que sempre estiveram no centro da obra, como a família, o trauma, o crescimento e as consequências da guerra. Esta opção pode dividir os leitores, mas achamos que revela uma clara maturidade criativa.

Do ponto de vista narrativo, este volume é mais introspectivo do que explosivo. A acção continua a existir, mas não é o denominador comum. O foco está nas relações, nas escolhas difíceis que tem de ser tomadas e no peso do passado sobre o presente, especialmente através da perspectiva de Hazel, cuja voz narrativa se torna cada vez mais significativa. Para alguns dos leitores, este ritmo mais lento pode parecer frustrante, mas para outros é precisamente essa contenção que torna a história ainda mais humana e realista.

O desenho de Fiona Staples continua a ser um dos grandes pilares da série. A expressividade com que desenha as personagens, o uso da cor e a clareza visual transformam momentos simples em cenas emocionalmente poderosas. Mesmo quando o enredo parece funcionar como preparação para algo maior, a componente visual garante envolvimento e impacto.

É verdade que este volume de Saga não tem o mesmo impacto e efeito devastador de outros volumes anteriores, nem apresenta grandes reviravoltas. Ainda assim, avaliá-lo apenas como uma história “de transição” seria redutor. Este volume demonstra que Saga não vive apenas de choques narrativos momentâneos, mas de uma construção consistente e cuidadosa de um mundo e das pessoas que o habitam.

Em conclusão, Saga - vol. 12 é um livro que pode recompensar os leitores mais pacientes e atentos à série. Sinceramente não é o ponto mais alto da série, mas é um capítulo necessário e importante, que reforça a identidade de Saga como uma obra que cresce ao mesmo tempo que os seus leitores. 

Mais do que impressionar, este volume prepara, aprofunda e promete uma série longa e de continuação, num sinal de confiança e maturidade artística para com os seus seguidores e leitores.



Quatro novidades da ASA em pré-lançamento, que chegarão no mês de Fevereiro

Chegarão em Fevereiro, estas quatro novidades da ASA, que estão já em pré-lançamento. E sobre cada uma delas iremos falar dentro de dias com maior detalhe. No entanto, podem já tomar nota das datas de publicação.

No dia 3 de Fevereiro é a data prevista de sair o quarto volume da série "Clube das Princesas Amaldiçoadas", de Lambcat.

A 10 de Fevereiro, é a vez de sair "Um livro esquecido num banco", de Jim e Mig.

Ulysse & Cyrano, de Antoine Cristau, Stéphane Servain e Xavier Dorison tem data de saída prevista para 17 de Fevereiro.

Por fim, a 24 de Fevereiro, está prevista a saída do 14.º volume da segunda temporada de Michel Vaillant, com o título "Remparts"





segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Novidade Casterman: a reedição de L' Autoroute du Soleil - obra premiada em Angoulême em 1996

 


30 anos depois, racismo e extremismo continuam ainda na ordem do dia. L' Autoroute du Soleil, da autoria de Baru, foi o vencedor do Prémio de Melhor Álbum no Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême e passados 30 anos, a obra é reeditada pela Casterman, num novo formato.

De Nacy a Marselha, seguimos com dois jovens franceses, Alex e Karim, numa frenética road-trip que não perdeu a força narrativa nem a sua acuidade política.

Esta obra-prima de Baru, que teve a dedicação do editora japonesa Kodansha (Akira, O Ataque de Titãs, etc), tendo sido publicado primeiro em França e só depois em França, pela Casterman, em 1995.



Novidade DEVIR: colecção Angoulême está de volta com O Gosto do Cloro, de Bastien Vivès

 


Esta é mais outro excelente livro editado pela Devir, este da Colecção Angoulême e que é o sétimo título, O Gosto do Cloro, de Bastien Vivès. 

De recordar que o autor estará presente em Abril na Comic Con Portugal, em Santa Maria da Feira.

Este é um livro delicado, que constrói uma narrativa silenciosa e intimista sobre solidão, rotina e desejo, recorrendo a uma linguagem visual minimalista e profundamente expressiva. 

Este é pois um livro em destaque neste inicio "louco" de ano, com já excelentes edições!

Disponível no próximo dia 30.

A história

Dois jovens encontram-se numa piscina. Ele nada por indicação do médico. Ela, uma antiga campeã de natação, um pouco misteriosa, um pouco reservada, vai ensinar-lhe a melhorar o seu estilo.

Entre os dois, cujo nome não conhecemos, nasce uma relação, um jogo de sedução intimista e suave, que se desenrola até final da narrativa e nos deixa em suspenso, também a pairar na calma das águas azuis da piscina.